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sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Sorteio | Aniversário e Natal da Salinha

A Salinha faz um ano, ou fez, mais propriamente, mas, como a atenção devida só lhe foi dada a partir de Janeiro, eu tenho a sensação que ele começou com 2013, dia 1. Por isso, e porque estou numa onda generosa nesta altura do Natal, decidi que seria uma óptima ocasião de fazer mais um sorteio. Desta vez, com algo que fosse ainda mais especial e simbólico.

Por isso, comecei a pensar em algo que associasse um dos meus produtos favoritos, sem igual, de uma das minhas marcas favoritas, e esta quadra natalícia, a de 2013. Uma edição limitada, vá. Não foi difícil chegar ao verniz /esmalte Diorific, no tom Minuit (sobre o qual podem ler todas as qualidades no Coisas e Cenas), da Golden Winter. Em primeiro lugar, porque toda a gente já deve saber o quanto eu adoro os vernizes/ esmaltes da Dior, sobre os quais escrevi aqui, aqui e aqui (simply the best!); em segundo, porque é um dos vermelhos com brilhos mais bonito que vi (e a grande estrela da colecção deste ano) e, por último, mas não com menos importância, já viram frasco mais luxuoso que este?! Uma bolinha de Natal perfeita, com uma cor linda e uma fórmula de bradar aos céus de tão boa. Feito. Já está encomendado e irá este mês para casa de alguma leitora sortuda (que o vai amar, ou oferecer a alguém. :) ).

Como concorrer? Fácil. Como é costume, eu uso o Rafflecopter por ser a forma mais fácil e imparcial que eu conheço (pode haver outras, mas esta até agora tem-me servido bem). Da vossa parte, só precisam de seguir a Salinha no Facebook. Cada pessoa tem direito a uma entrada, e só precisam de entrar com o Facebook, clicar no "+1" e depois no verdinho "I'm a Fan".  

Mais uma vez, e porque sou fã de fronteiras abertas, o sorteio é internacional e está aberto até dia 15 de Dezembro (para dar tempo de seguir dia 16 no correio e abrilhantar o vosso look de Natal).

Se quiserem, embora não seja obrigatório, também podem partilhar o sorteio com as vossas amigas pelas vossas páginas de Facebook. Deste lado ficaríamos muito felizes com o crescimento da Salinha. :)  

Gostaram? Espero que sim. Participem e boa sorte! :) 

a Rafflecopter giveaway

Sorteo | Aniversario y Navidad de la Salinha

La Salinha cumple un año, o cumplió, más propiamente, pero, como la atención debida solo le fue dada a partir de Enero, tengo la sensación que comenzó con 2013, día 1.  Por eso, y porque estoy en una onda generosa en esta altura de navidad, decidí que sería una óptima ocasión para realizar más un sorteo. De esta vez, con algo que fuese aún más especial y simbólico.

Por eso, comencé a pensar en algo que asociase uno de mis productos favoritos, sin igual, a una de mis marcas favoritas, y esta época navideña, la de 2013. Una edición limitada, ahí va. No fué difícil llegar al esmalte Diorific, en el tono Minuit, de Golden Winter. En primer lugar, porque toda la gente ya debe saber cuánto adoro los esmaltes de Dior (simply the best!); en segundo, porque es uno de los rojos con brillos más bonito que vi (y la gran estrella de la colección de este año) y, por último, pero no menos importante, ¡¿ya vieron un frasco más lujoso que este?! Una bolita de Navidad perfecta, con un color lindo y una fórmula para aclamar a los cielos de tan buena que es. Hecho. Ya está encargado e irá este mes para la casa de alguna lectora con suerte (que lo va amar, o dar para alguien. :)).

¿Cómo participar? Fácil. Como de costumbre, el uso de Rafflecopter puede ser la forma más fácil e imparcial que conozco (puede haber otras, pero esta hasta ahora me ha servido bastante bien). De vuestra parte, solo precisan seguir la Salinha en Facebook. Cada persona tiene derecho a una entrada, y solo precisan entrar con Facebook, clicar en el "+1" y después en el verde "I'm a Fan".

Más una vez, y porque soy fan de fronteras abiertas, el sorteo es internacional y está abierto hasta el día 15 de Diciembre (para dar tiempo de enviar por correo el día 16 y abrillantar vuestro look de Navidad).

Si quisiesen, no siendo obligatorio, también pueden compartir el sorteo con vuestras amigas en sus perfiles de Facebook. De este lado estaremos muy felices con el crecimiento de la Salinha. :)

¿Os gusta? Espero que sí. ¡Participen y buena suerte! :)
a Rafflecopter giveaway

Comida de anjo

por Carol Vannier

Interrompemos nossa programação de comidas brasileiras para trazer uma pequena maravilha importada: o Angel Food Cake. Ele é um bolinho tradicional nos EUA, feito com muitas claras batidas em neve, e que fica super fofo, daí o nome curioso :) Além do nome, ele tem várias peculiaridades que o diferenciam de um bolo normal:
  • Ele leva muito pouca farinha, e nas receitas mais tradicionais não leva nem manteiga, então acaba sendo, se é que isso realmente existe, um bolo light. 
  • Nos EUA tem uma farinha que chamam de 'farinha de bolo', dita mais leve do que a farinha normal, mas que aparentemente é só uma farinha normal acrescida de um pouco de maisena. É isso que vamos colocar no nosso Angel Food Cake. 
  • A fôrma* não é untada, para que o bolo use o contato com as parede para escalar melhor e ficar bem altinho. Só colocamos no fundo um papel manteiga recortado para que ele não fique totalmente preso.
  • Depois de assar ele deve descansar de cabeça pra baixo! É ainda mais engraçado fazer isso quando você vive numa cozinha sem recursos e o único método que encontra de virar o bolo sem abafar é colocar uma garrafa de vinho através do furo da fôrma, e assim suspender o danado. Mas funciona ;)



Agora, sobre as muitas claras... acho que hoje em dia ninguém vai jogar fora preciosas gemas, certo? Mas não custa relembrar... Existem milhares de receitas que pedem por gemas, os portugueses que o digam! Então a dica é ir usando as gemas e congelando as claras num potinho. Pode pegar um potinho médio e ir colocando claras novas por cima de outras que já estão ali congeladas sem problemas, é assim que fazemos por aqui. As gemas também poderiam ser congeladas em vez das claras, mas elas requerem um tratamento especial. Para as claras, basta descongelar na geladeira ou na bancada e usar! É bom saber, na hora de descongelar, que uma clara tem aprox. 28g. 

Pra essa receita precisamos de nada mais nada menos que 9 claras grandes, ou 252g de claras. E ela levou uma bela porção de manteiga, ao contrário da versão tradicional. Eu tenho dúvidas se algum dia vou experimentar sem manteiga... E apesar da receita pedir por açúcar baunilhado e essência de baunilha, eu coloquei a baunilha em fava mesmo. É que o bolo a princípio não tem nenhum sabor marcante, então achei que ele merecia um capricho de baunilha. Ficou muito fofo e muito perfumado! 


ANGEL FOOD CAKE
Quase nada adaptado daqui

Ingredientes:
descansando

1 xícara (120g) farinha de trigo
2 c. sopa maisena
1 xícara (200g) açúcar
1/2 c. chá fermento em pó
9 claras (cada clara +-28g, total 252g)
1 fava de baunilha (na falta dela, 1 c. chá essência de baunilha)
115 g manteiga, derretida e quente



Preparo:

desenformando
1. Pré-aqueça o forno a 180ºC. Use uma fôrma redonda de furo no meio, não muito pequena. Não unte a fôrma, forre apenas o fundo com papel manteiga. Para preparar o papel você pode simplesmente marcar o formato da sua fôrma inteira com caneta e recortar tudo, ou dobrar um papel quadrado até virar um triângulo, alinhar a pontinha no centro do furo da fôrma e marcar o corte interno e o externo.

2. Misture a farinha, a maisena, metade do açúcar e o fermento e peneire algumas vezes. Reserve.

3. Na batedeira, bata as claras em velocidade baixa até que espumem. Junte 1 colher de sopa da metade restante do açúcar e continue batendo, acrescentando 1 colher por vez, até acabar. Bata até que as claras estejam firmes, mas ainda cremosas.

4. Derreta a manteiga numa jarrinha e acrescente as sementinhas da fava de baunilha, mexendo bem para elas se dissolverem. Despeje a mistura de manteiga derretida e baunilha num fio rápido enquanto bate mais um pouco as claras.

5. Usando uma espátula, incorpore os ingredientes secos, pouco a pouco, com delicadeza para não desinflar as claras.

6. Coloque a massa na forma, alisando a superfície, e leve ao forno por 30 minutos. Abra o forno rapidamente e gire a forma para homogeneizar o cozimento. Asse por mais 10-15 minutos, até que esteja firme e passe no teste do palito.

7. Retire do forno e deixe o bolo esfriar na fôrma, de cabeça pra baixo, apoiado em uma grade para não abafar. Se o bolo tiver chegado até a borda da forma você vai precisar ser mais criativo e construir um apoio que não fique encostando nele. 

8. Para desenformar, passe uma faquinha nas laterais. Desenforme o bolo e retire o papel-manteiga do fundo. Se quiser, vire de novo para deixar o lado mais bonito pra cima =) 

Sirva com geléia, frutas em calda, sorvete, calda de chocolate.....



* Sempre quis botar acento em fôrma mas não botava porque tinha a impressão de que era errado. Hoje resolvi conferir e descobri que era errado mesmo, mas que o novo acordo ortográfico deixou facultativo o uso do circunflexo em fôrma :)

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

LUSH | Um banho com o Melting Snowman

Há uns tempos, no vídeo que publiquei sobre as prendas dos trinta (o último que fiz e, brevemente, não terá sucessor, dado que o tempo tem sido menos que pouco), mostrei-vos as pequenas delícias que trouxe da Lush. Já partilhei convosco a minha enorme adoração pelos produtos de banho da marca, pelo que não vou estar aqui a maçar-vos com mais uma panóplia de adjectivos eloquentes, elogios despregados e entusiasmo daquele que faz brilhar os olhos. Gosto deles. Pronto. Mais que muito. Trar-vos-ei hoje, por isso, apenas a minha humilde e sincera opinião sobre o Melting Snowman, mais uma edição de Natal, que usei no domingo passado, em mais um dia de spa caseiro.
foto: Lush.pt
Este curioso e divertido produto (do qual nem me lembrei de tirar foto; quando dei por mim já estava na água, super relaxada, e o raio do boneco totalmente melted) é um óleo de banho, que se desfaz em contacto com a água morna, deixando-a com a aparência de um leite hidratante (misturado com água, claro, não cremoso). A água fica mais opaca e, quando entramos na banheira e o deixamos agir, sentimos claramente os efeitos relaxantes e reconfortantes de uma mistura com manteigas de karité e de cacau e óleo de amêndoas, que acaricia a nossa pele e a deixa mais macia.

O aroma, então, é algo de fantástico. Cheira totalmente a Natal, com as típicas notas de canela, cravinho e laranja, às quais acrescenta, quando derretido,  um cheirinho muito bom a chocolate, das gotas de chocolate (verdadeiras!*) que são os olhinhos e os botões do boneco de neve. Quem gosta de especiarias vai com certeza adorar os minutos de relaxamento, que um banho com este senhor boneco proporciona.

Ao sair do banho, mesmo depois de me enxaguar, senti imediatamente a acção do óleo no corpo, que bem precisa de hidratação extra nestes meses de frio. Passadas uma horas a pele ainda continuava macia, exactamente como saiu do banho. Por 3,95 €, pode ser uma prenda de Natal fantástica a alguém que aprecie estes pequenos momentos, tão prazeirosos, numa banheira cheia de água morna e hidratante, com um aroma inebriante.



* Mas não as comam, por favor. :)

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Objecto de desejo* # 9

foto:thisthatbeauty.com
The Tarte of Giving Collector's Set & Travel Bag, $59, no site da Sephora.com


*no qual pensaria com mais dedicação se a marca (com estas colecções fantásticas) decidisse atravessar o oceano.

terça-feira, 26 de novembro de 2013

Das pessoas | As invejosas (das más)

Há pessoas a quem um sorriso piedoso, acompanhado por um leve abanar da cabeça de descrédito, durante uns segundos, é atenção mais do que suficiente que lhes prestamos. Durante a vida esbarramos com  muitas deste tipo, a quem dedicamos mais ou menos tempo a compreender, atormentando-nos em fases mais inseguras. Mas, se há coisa que a segurança dos trinta nos traz é a desvalorização completa das acções e comentários desses seres, outrora consumidores de energia e, infelizmente, em abundância - os invejosos.

Falo aqui de uma inveja má, daquela que corrói, daquela que transmite uma energia tão negativa que parecemos envoltas num mundo de zombies sisudos e austeros, que nos comem a essência. Daquela inveja que acontece porque sim, porque quem a sente tem de sentir, por tudo o que façamos ou não façamos, pelos pormenores aos quais ninguém liga, pelo ser que se é. A que vem, também, muitas vezes sem darmos conta, em olhares maldosos para os nossos sorrisos, a comentários de desdém para com os nossos sucessos. Mesmo por aqueles que nos rodeiam (e nos quais, supostamente, deveríamos confiar).

Há pessoas a quem incomodamos só porque sim, só porque existimos e tentamos fazer da nossa vida aquilo que sempre quisemos. Incomodamos só porque lutamos e a nossa luta, embora não seja para todos, é desejada por muitos, até por aqueles que não a quiseram, mas, caramba, mais ninguém a deveria querer. Arriscar, ser feliz, tentar voar é humano, mas, se há aqueles que nos apoiam com abraços e carinho, também os há que se escondem (ou não) na obscuridade para se rir dos tropeções, das escorregadelas, dos passos atrás que as caminhadas que valem a pena sempre têm.

Enquanto adolescentes, em crescimento, e não nos conhecemos bem, nem aos outros, a inveja pode ser avassaladora e a tentativa de compreender a razão que leva as pessoas a serem o que são para nós pode ser desgastante, numa vida em que cada passo é medido para não incomodar ninguém.  Deixamos de sorrir porque "já pensaste que a tua alegria ao acordar pode incomodar os outros que acordam de mau-humor?!", deixamos de sair porque "não gosto quando brilhas mais do que eu", deixamos de ser simpáticos naturalmente porque "é chato para mim, toda a gente gosta de ti", deixamos de ficar contentes pelos nossos feitos "porque outros vão ficar tristes". Escondemo-nos, só porque a alternativa nos parece demasiado penosa, especialmente quando não conseguimos perceber o que fizemos de errado.

O que aprendemos com a idade, e que um espírito do eu futuro nos deveria ensinar, é que o tempo mostrará que o incómodo que as pessoas, as invejosas, sentem, nada tem a ver connosco. Parte, normalmente, de processos de auto-comiseração, vitimização, inferiorização e culpa que as pessoas sentem por elas próprias. Por não conseguirem ser quem somos, por não chegarem onde chegámos (mesmo que tenham ido longe noutros caminhos), porque nunca se sentirão satisfeitos com aquilo que são ou que têm. Mesmo que tenham muito mais do que nós. Na realidade, é algo que as faz viver, uma fachada de superioridade que camufla o tormento constante que as consome. Nada tem a ver connosco. Somos apenas um bode expiatório de males dos quais não fazemos parte.

Por isso, se há coisa que os meus trinta me ensinaram é a rir de invejas alheias, destas, as que não constroem nada de bom à volta, das quais, se pudermos, nos devemos afastar. Assim, sem mais nenhum minuto gasto a pensar nelas. As que nos querem roubar os sorrisos, mas que acabam por recebê-los recheados de pena e compaixão.  Porque não valem mais do que isso. 

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Desmaquilhantes | Os actuais 1.0

Há algum tempo que tenho vontade de partilhar convosco os meus desmaquilhantes mas não me pareciam, cada um, dignos de um post sozinhos (mais por serem já muito conhecidos e falados do que por outra razão), nem ainda estava certa sobre o papel de cada um deles na minha rotina de limpeza. Mais uma vez, só há cerca de um ano (nem isso, para alguns produtos) é que comecei a ligar mais atentamente a cuidados faciais e, por isso, até então tinha apenas um desmaquilhante, que usava para tudo, sem ligar muito às diferenças entre eles. Ainda não passei do oito para o oitenta, acredito, mas para lá caminho.

Posto isto, há três desmaquilhantes que estão a uso actualmente e vou falar igualmente de um, o primeiro que comprei, que usava, esporadicamente, quando me maquilhava.  Na foto, muitas vão ver imediatamente que os conhecem de ginjeira, mas pode ser que ande alguém, como eu, perdida no meio deste mundo que é o da beleza e queira encontrar a migalha no chão que a levará até casa, ou bom porto, ou simplesmente a um estado de graça com a sua pele.


Anne Möller Desmaquilhante olhos e lábios Waterproof - Foi o primeiro que comprei num kit em que vinha este e o leite, da mesma marca. Por cerca de oito euros pelos dois, achei que seria uma óptima compra para um desmaquilhante que, na altura, julgava eu, eram todos iguais. Usava-o para tirar a maquilhagem normal dos olhos e até da cara (eu ligava pouco ao que dizia na embalagem. Doida, varrida.), e serviu-me perfeitamente, até enfrentar um rímel à prova de água. Aí, este desmaquilhante enfraqueceu e, humilhado, foi arrumado para batalhas mais pacíficas, nas quais não é preciso um guerreiro forte e destemido. Depois de experimentar o da Clarins, o substituto, apercebi-me que este não só é um desmaquilhante mais oleoso do que o necessário (e o desejável, para a minha pele), como também não desmaquilha tanto quanto outros, uma vez que o meu disco de limpeza com o tónico ainda removia alguma réstia de cor que ficava. Ainda tem um bocadinho para terminar e levá-lo-ei comigo em viagens, mas julgo que não o voltarei a comprar.

Clarins Desmaquilhante Express para olhos sensíveis - Decidida a investir num desmaquilhante bom, à prova de água, lá fui eu à procura do bifásico da Lancôme (sim, não estou enganada), que via os maquilhadores profissionais usarem como o melhor de todos. Felizmente, para a minha carteira, no dia em que precisava mesmo de comprar algo eficaz, o da Lancôme estava esgotado e acabei por optar por um do qual já tinha lido bem, e que era bem mais acessível, o da Clarins.  É um desmaquilhante bi-fásico, com extracto de plantas, leve, que retira muito bem maquilhagens mais intensas e apegadas às minhas pestanas. Aquelas que não querem ir embora por nada e que, muitas vezes, mesmo depois de limpar e limpar, ainda lá estão no dia seguinte (Sim, às vezes acontece, e não é por falta de insistência na rotina de remoção). Não me irrita o olho, mesmo quando me desmaquilho com lentes ainda, nem a pele à volta. Uso-o sempre que me desmaquilho e, como uma quantidade pequena retira todos os produtos dos meus olhos, este frasco está para durar.

Clarins Leite desmaquilhante com Gentian - Este produto foi-me vendido como desmaquilhante para toda a cara, mas é mais do que isso. Ele é um poderoso leite que limpa e purifica a pele, com um toque de conforto e luxo que eu gosto imenso. Também com extractos de plantas (gentian, salva e espinheiro), como é comum dos produtos da marca, que ajudam no controlo da oleosidade. Há dias em que me sabe muito bem chegar a casa depois de um dia de base, pó, blush, iluminador, bronzer e todos os pozinhos perlimpimpins que me apeteçam, e despi-los com um leite envolvente, com um aroma relaxante, que refresca a minha pele e a deixa macia e suave. Quase que me sinto outra.

Bioderma Água Micelar H2O - tendo lido as minhas opiniões sobre os anteriores, já devem ter calculado que não sou a maior fã de águas micelares. Por mais que elas sejam tidas e vistas por aí e por acolá como o melhor para a rotina de limpeza e o "Santo Graal" dos desmaquilhantes, na realidade, eu uso-a apenas durante o processo de maquilhagem. Quando quero "limpar" alguma sombra, pigmento ou rímel que caiu ou esbarrou noutro lado que não o destinado, ou quando quero mudar rapidamente de uma maquilhagem para outra, é à água micelar que recorro por ser fresca e cumprir as suas funções de maneira quase imperceptível (ao contrário dos dois anteriores, cuja aplicação se sente na pele durante algum tempo).  Não a acho assim tão eficaz na limpeza de final do dia, nem muito menos quando estamos a falar de maquilhagens à prova de água ou intensas. Nessas, ela deixa muito a desejar. Comprá-la-ei, quando esta acabar, que, como podem ver pelo tamanho da garrafa, não será tão cedo, exactamente para o fim que lhe dou, nunca como substituto de outro desmaquilhante, mais poderoso. 

Estes são os desmaquilhantes que uso actualmente mas, assim que acabarem, gostava de experimentar outros, de outras marcas. O da Lancôme já está na minha lista. Se tiverem sugestões ou dicas, sou toda ouvidos. :) 

domingo, 24 de novembro de 2013

Verniz da Semana # 2

Esta semana usei um verniz/esmalte que até a mim me surpreendeu. Não sei se terá sido por já não usar um L'Oréal há algum tempo, ou por ter usado um Good to Go novinho, mas este foi daqueles que até dão pena tirar, passados uns dias, porque o desgaste é quase imperceptível. Mas hoje é domingo e o spa passa, também, pela troca de tom nas unhas. Uma semana com a mesma cor aguenta-se, mas, mais do que isso, é constância que me aborrece (daí não ser nada fã de unhas de gel, a não ser para pessoas que não tenham de facto unhas bonitinhas para serem pintadas).


O Color Riche 604, Metropolitan, foi escolhido, assim meio por acaso, num dia em que me apetecia um verniz cinzento que sei que não vou usar sempre. Quando assim é, vou ali até à Balvera comprar um da L'Oreal, a três euros e tal, pequeno, mas de boa qualidade e com um pincel que me agrada. Indecisa entre dois, trouxe este por ser mais cinza do que o outro, mais azulado. Os meus da Essie, de Outono, não eram exactamente o que queria; o Cashmere Bathrobe é mais escuro e tem brilhantes e o Vested Interest é um verde acinzentado. Este Metropolitan é um cinza clássico, sem outra tonalidade, lindo, que fica opaco e homogéneo em duas camadas. Combina bem com quase tudo, especialmente um smokey escuro, cinza ou preto, nos olhos e uns lábios intensos. 


Apesar de ter alguns da L'Oréal, que já vos mostrei, a durabilidade deste foi, sem dúvida, superior. Não sei se alteraram a fórmula ou se tive mais sorte, mas, embora a mão direita já esteja a precisar de uns retoques, mínimos, acredito que a mão esquerda aguentaria mais uns dias, não fosse o rápido crescimento das minhas unhas. E pintei as unhas há uma semana, exactamente, usando base e top coat da Essie.  

Só tenho pena de não haver mais cores nos balcões da L'Oréal, na Balvera. Se houvesse, seria marca para determinar as minhas unhas de tendência, sem dúvida. Aquele Esmeralda que anda agora nas mãos de meio mundo já seria meu, de certeza. 


sábado, 23 de novembro de 2013

Look Natal # 1 - O clássico dourado com lábios vermelhos

Sobre a mestria da Lisa Eldridge já vos falei noutros looks. Ela é uma profissional fantástica, com vídeos que não nos ensinam apenas sobre maquilhagem, mas também têm alguns apontamentos com dicas, truques e sugestões, para estarmos sempre perfeitas. 

Para o Natal de 2010 (mas sempre actual), Lisa Eldridge criou aquele que eu acho (e devo ser acompanhada por milhares de pessoas) que é o look tradicional, clássico e sempre elegante da Consoada; uns olhos dourados, simples, com uns lábios avermelhados e bonitos. O que acham?

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Tapioca

por Carol Vannier

No Brasil, o rodízio já virou uma instituição. Temos rodízio de tudo: churrasco, comida japonesa, pizza ou massas em geral, crepes, e até alguns mais estranhos como rodízio de croissants recheados :|

Aqui no Rio não é tão comum, mas em outros estados o rodízio de tapioca é frequente. Como não tem por aqui, não posso garantir quais seriam os sabores mais usados, mas aposto que ia ter: marguerita, 4 queijos, strogonoff, frango com catupiry, camarão com catupiry, cheddar com bacon, banana com chocolate, goiabada com queijo...

Esse é um fenômeno que eu observo há tempos, uma tendência culinária nacional de muito sucesso: pegue o carboidrato X, qualquer que seja, e recheie com os mesmos recheios/coberturas que já são consagrados nas pizzas. Serve pra tudo: batatas rostie, pastéis, até rolinhos "tipo-sushi" eu já vi com esses recheios. É satisfação garantida de público e crítica! Apesar de eu mesma apreciar muitas dessas combinações, acho um pouco de falta de criatividade, e falta de preocupação com o carboidrato em questão e suas caracterísitcas. Tudo bem que o sabor dos carboidratos costuma ser mais neutro, mas ele existe também! Então seria legal ver um pouco mais de esforço na hora de bolar os recheios.

A tapioca não só é bem brasileira, mas tem a cara do nordeste. Então eu gosto de usar recheios que tenham um pouco essa temática, e que se comportem bem dentro dela ;)

Minha tapioca salgada favorita é simples, só com queijo coalho, um queijo típico nordestino que dificilmente se encontrará fora do Brasil. Mas para os leitores de fora eu sugiro queijos tipo feta e haloumi, bem salgadinhos, que mantêm um pouco a forma ao derreter. Um parmesão pouco curado também seria interessante.




Pro lado dos doces eu adoro o de coco ralado (fresco!) com doce de leite. É muito comum usar coco ralado e leite condensado, mas pra mim doce de leite é muito melhor :) Mas não se acanhem e façam como todo restaurante brasileiro: recheie a tapioca com o que quiser!

A goma da tapioca é o amido da mandioca com um certo teor de hidratação. Mesmo aqui não é fácil de encontrar a goma já hidratada, mas dá pra produzir em casa usando o polvilho doce, que vende em todo mercado aqui, e em lojas de produtos brasileiros no exterior. No blog da Neide Rigo ela explica um dos jeitos de fazer, que eu acho o mais fácil, ainda mais pra quem não conhece bem a textura do prduto final:

Basta cobrir o polvilho doce com água (algo como 1 litro de água para meio quilo de amido) e deixar hidratar por 2 horas. Jogue a água fora, cubra com um pano– ou despeje a fécula molhada sobre ele – e espere mais 2 horas para que o pano enxugue o excesso de água. O resto é igual.
O "resto" é a parte de preparar a tapioca, que é só passar os torrões por uma peneira e arrumar uma camada fina numa frigideira limpa, sem untar. Eu já gosto de ir peneirando em cima da frigideira, assim não preciso ter na geladeira dois potes, um de goma empedrada e um de goma peneirada. Nesse vídeo ela mostra como se faz, só que aqui ela hidrata colocando a água aos poucos. Para ver o método de cobrir o polvilho de água, veja aqui. Os dois vídeos vão até os "finalmentes", então mesmo quem nunca viu pode ter uma boa noção.

No fim das contas é um lanche rápido e prático uma vez que você tenha a goma hidratada, e a massa da tapioca tem um misto de crocante e puxa que nenhum outro carboidrato que eu conheço tem. Por isso mesmo, tudo que vem da mandioca fica no topo da minha lista de favoritos :)


quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Compras | Brinquedos para os próximos dias # 1

Há dias assim, que nos engolem e nos quais não nos resta mais nada a não ser sermos levadas pelo rol de coisas a fazer. Nesses dias, um post sai à noite, a que horas for, mas sempre tardio. Por isso desculpem-me, desde já, mas só agora consegui aqui vir (e assim de visitinha). 

Como ontem fui buscar umas comprinhas que fiz pela net, decidi começar a partilhar convosco as fotos, mesmo antes de as experimentar, apesar de, como curiosa que sou, já lhes ter posto o dedo (em tudo!). Não o farei semanalmente, ou até farei, não sei, dependerá da semana, dependerá daquilo que tiver encontrado (ou melhor, comprado) e posto a mão nos dias anteriores. Um post à semelhança do que faz o blog Coisas e Cenas (se ainda não subscreveram, façam-no e sigam de pertinho), que eu gosto tanto de ver e me deixa super curiosa para conhecer as opiniões que se seguirão, sobre os produtos mostrados.  


Esta semana, recebi os meus primeiros produtos NARS, umas comprinhas da Sephora francesa para aproveitar uma boa promoção e descobri os mais recentes "obrigatórios" na minha prateleira gulosa dos aconchegos gastronómicos, do SuperCor. Aqui estão eles, todos fechadinhos na foto anterior e já bem coloridos em baixo (excepto os dois últimos, por razões óbvias).


NARS Palette de blushes Killing me Softly 
NARS Palette de sombras Ride up to the Moon
NARS Mini iluminador Orgasm (oferta) 


Bobbi Brown Long-Wear Gel Eyeliner em Dark Chocolate
Smashbox Photo Finish Primer 


Vertmont Maple Syrup (para as panquecas do fim de semana)
Cafe-Tasse Chocolate em pó com aroma de caramelo 

E, nas próximas semanas, serão estes alguns dos produtos que andarei a testar. Se alguém tiver alguma dúvida, coloque-a já para que eu a tenha em consideração ao longo das minhas experiências. :) 

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Banho | Clã dos Geles de Banho 1.0

Para quê ter apenas um gel de banho a uso, quando podemos ter vários? Esse é o lema que sigo e partilho com todos os que olham para o parapeito da minha banheira e se questionam sobre o estaminé de produtos que por lá vão parando e que, ao olhar mais desatento, podem parecer iguais, mas, desenganem-se, não são. Apesar de pertencerem à mesma categoria, todos têm o seu fim, bem distinto (ou, pelo menos, é o que me convenço no meu ritual de banho rodeado de produtos coloridos).

Os ajuntamentos que vou tendo são sazonais, dependem do meu humor, vontade e dos produtos que vou conhecendo, num determinado período de tempo. Agora são estes, que vos vou mostrar, no Natal, provavelmente, outros, e na Primavera e Verão aí trocam eles, embora um apenas se mantenha firme no seu posto. Comecemos, então, por apresentar o primeiro clã dos geles (ou géis, mas ambas palavras feias) de banho do momento.


Rituals Happy Buddha - Este gel de banho veio com uma revista, já não me lembro qual, por mais um euro e decidi experimentá-lo. Entretanto, comprei para uma viagem um, do mesmo género, mas com outro aroma, na Rituals, e a opinião é consensual para toda esta linha. É um gel que se vai tornando uma espuma de banho em contacto com a água.  O Happy Buddha, especificamente, tem um aroma revigorante (enquanto que o outro era relaxante), a mandarina orgânica e Yuzu, que nos dá um boost de energia de manhã. Os citrinos são perfeitos para abrirmos os olhos e enfrentarmos, vencedoras, o dia. Isso comprovo. Agora, não sei se acontece a toda a gente, mas tanto um quanto o outro ardem um bocadinho nas zonas mais "sensíveis", como, por exemplo, em contacto com pele mais irritada e seca, o que não é suposto acontecer num produto de banho. Embora seja algo momentâneo e leve, é uma característica desagradável que me leva a não voltar a comprar esta linha, em qualquer que seja o aroma.  

Dove Deeply Nourishing - O meu creme de banho por excelência. Quando a minha pele está mais desidratada aí pego eu nele durante uns dias, massajando-o bem na pele enquanto tomo banho, e noto logo uma diferença. Tem um aroma bastante suave, que desaparece passado pouco tempo, sendo perfeito para quem não gosta de cheiros nos produtos deste género. Não conflitua com qualquer perfume que se queira aplicar depois.  Há anos que é obrigatório na minha banheira ou duche.

Yves Rocher Cacau e Framboesa - Não sou grande fã da maquilhagem ou de outros cremes da YR, mas aprecio os produtos de banho. Tem sempre aromas divertidos e doces, como eu gosto, que têm uma persistência na pele fora de série, numa fórmula que faz alguma espuma e tem alguma hidratação.  Naqueles dias em que vou ficar em casa, sem pôr perfume, e quero sentir um aroma aconchegante nos dias mais frios, de roupa fofinha, mantas polares e chocolate quente daquele mais espesso, recorro logo a este de Cacau e Framboesa. Ao fim do dia, o aroma ainda está impregnado na roupa e a cheirar a conforto (para mim, que gosto de coisas adocicadas no Inverno). Tanto gosto dele que já encomendei mais um, para ter sempre esta opção nos dias em que um aconchego é mais preciso.

The Body Shop colecção Brazilian Nut - Já vos falei, num vídeo, do meu amado exfoliante da TBS, hidratante e com um aroma fabuloso a castanha do pará. Escusado será dizer que, uma vez que gosto tanto dele, nos dias em que faço exfoliação, só poderia usar o gel de banho, com o mesmo cheirinho. Mais uma vez, a minha aversão por aromas que se sobrepõem e anulam o que os torna diferentes, faz com que este seja mais um produto que terá lugar neste grupo enquanto o meu amor pelo exfoliante se mantiver. Uso-os juntos. Não o acho mais hidratante do que outros, nem faz tanta espuma quando eu gostaria (que, para mim, um bom gel de banho é também o que me envolve), mas, pelas razões que referi, comprá-lo-ei, com certeza, mais do que uma vez. 

Quais são os vossos cremes/geles de banho ou sabões favoritos? Pode ser que descubra algum para clãs futuros. 

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Lojas | Noiv'art, vestidos de noiva e de festa únicos

Diz-se que o vestido de noiva nos escolhe; que, tal-qual alma gémea, existe um para cada uma de nós e, quando o vestimos, saberemos que é esse, mais nenhum. Quando o encontramos à primeira, é uma sorte; quando balançamos entre vários é porque, provavelmente, ainda não encontrámos o tal. Se, por um lado, podemos ser as pessoas mais indecisas do mundo, por outro, talvez ainda não tenhamos encontrado a loja ideal, cujo estilo se identifica connosco. Eu encontrei a minha por acaso e ainda bem que o fiz.

A escolha do meu vestido de noiva foi extremamente fácil, embora tenha ido, mais por descargo de consciência (do comité de busca de vestido do que propriamente da minha), a várias lojas e experimentado modelos com os mais variados cortes.  Passei horas nos provadores e entrei em alguns vestidos a pedidos do comité que me apagavam completamente. Este meu metro e meio de sexyness não fica bem com qualquer coisa. E eu sempre o soube.

De qualquer forma, voltando ao início, mesmo antes de começar a ver lojas, fui escolhendo alguns vestidos na internet que achava bonitos. A tarefa mostrou-se proveitosa apenas por um motivo: descobri a loja onde encontrei o meu vestido e que vos trago aqui (em boa hora, que este post já vai longo e eu sem chegar a ela), a Noiv'art. O vestido favorito pela net, esse, convenhamos, foi excluído no primeiro apertar dos fechos e nunca mais foi pensado. Ficava-me terrível.

Como era em Coimbra decidi lá ir, apenas com a minha mãe, porque experiências outras ensinaram-me que, antes de se levar a comitiva, se deve ir apenas com uma pessoa na qual se confia imenso e que é sincera na hora de ver o que nos fica melhor. Sendo a minha mãe a minha maior crítica e, apesar de termos gostos diferentes, me conhece melhor, aí fomos nós, antes de um lanchinho no Moinho Velho (melhor padaria/pastelaria de Coimbra, hands down.), mesmo em frente.

A dona da loja, Anabela (sempre a tratei por Ângela), extremamente simpática e com um olho bestial para nos analisar e ver o que nos assenta que nem uma luva, conduziu-nos pelo processo com uma mestria única. Deu-me, em primeiro lugar, o vestido que tinha visto pela net, e com o qual parecia um monte de chantilly (literalmente, o modelo ficava bem a metro e setentas para cima, não a mim), e depois seguiu para os que eu tinha posto olho na loja. O segundo, com uma gola imperial, inspiração nas vilãs de banda desenhada (pelo menos para mim), liso, simples, todo em seda e com um laço em origami, tinha sido feito para mim. Tanto que mais nenhum me chamou a atenção ou se sobrepôs. A qualidade do tecido, o corte perfeito, as linhas originais e o tom de uma seda natural eram incomparáveis a outros, de outras lojas. De outros preços também, mas, pelo que vi, estes estão na média dos bons vestidos de noiva.  Vi-os a metade do preço, com tecidos sintéticos e toque diferente, mas também os vi pelo dobro, sem me encherem as medidas.

Quando lá voltei com a comitiva da noiva (madrinhas, mãe e avó), apesar de não ser consensual (entre elas) que aquele seria o vestido mais bonito que experimentei (que foram vários),  foi unânime que era, efectivamente, o tal, o meu vestido. Um Jesus Peiro lindo. Os meus olhos brilhavam quando estava dentro dele e, quem me conhecia bem, sabia à partida que não vestiria nada diferente. Aliás, no dia do casamento, houve pessoas (de uma sinceridade e honestidade que eu prezo) que me disseram que, de facto, quando pensavam em mim como noiva era assim que me viam, nunca de outra forma. Como dizia a minha madrinha a quem lhe perguntava como era, antes do casamento, com "o vestido que a Branca de Neve escolheria, se se casasse" (Eu sempre pensei mais na Regina/ Rainha má, mas ambas as definições se adequam).  

Não comprei o véu nesse dia, porque não havia algum que me agradasse. Eu queria um toque ibérico, com uma renda elegante à volta, e um toque de tule de seda, suave, leve, que mais nenhum tule tem. Depois de palmilhar lojas à procura do ideal passámos, outra vez antes ou depois de um lanche no Moinho Velho, pela Noiv'art, na esperança de que algo novo tivesse chegado. A Ângela mostrou-nos um Rosa Clará exactamente como tinha imaginado. O tempo de indecisão foi pouco e saí de lá toda contente; tinha o vestido e o véu perfeitos.

Tudo graças à elegância, originalidade e qualidade dos vestidos da Noiv'art, e ao savoir-faire da Anabela, sem os quais não teria encontrado este imediatamente e teria virado meio mundo até ser meu. E logo ali, em frente à minha padaria do costume, criadora dos meus bolos de aniversário desde que me lembro, do meu bolo de noivos, e de pães e docinhos que me lembram a minha casa. Na Rua Eng. Jorge Anjinho Lote 13, Loja 1, em Coimbra.

Descubram as colecções fantásticas de vestidos de noiva e de festa no site da loja, mas, se estiverem à procura de algo, não se esqueçam, nem deixem, de passar por lá. Nada como sentir os vestidos no corpo, olharmo-nos nos espelhos à nossa volta, para vermos se encontrámos, ou não, o tal. Boa sorte! :) 

Duas fotos, para verem o meu vestido e véu:
foto: Carlos Portugal photography
Com o termómetro nos 40 graus, muito se bebeu no dia. :) 

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Objecto de desejo* # 8



Colour Portfolio Palette, da Estée Lauder, por £45 no Selfridges.


*só porque a semana começou pedinchona e, não fossem os portes de envio, esta palette seria com certeza minha. 

domingo, 17 de novembro de 2013

Verniz da Semana # 1

Os domingos cá por casa têm sido ou demasiado ocupados, ou de uma preguiça extrema (porque aqui valorizamos o equilíbrio dos dias frenéticos com outros, estes, em que se liga o botão no off e assim vai, até amanhã). Por isso, decidi que o melhor era domingo passar a ser o dia em que mostro o meu verniz da semana (anterior). Um único, porque não tenho, normalmente, paciência para mudar constantemente e, como tenho o hábito (a mania, vá) de usar vernizes melhores e com uma duração que me permite estar 5 a 7 dias descansada, fico com pena de removê-lo sem que se vejam sinais de desgaste.  Um único, para não ocupar muito tempo do domingo daquelas pessoas que, como eu, gostam de pipocas e filmes e também desligam do computador, às vezes. 

A primeira edição apresenta um In Love, da Lâncome, que veio cá para casa direitinho da Grécia, onde o encontrei a 50% de promoção. Ora, como conhecia a qualidade do outro, em coral, que tinha, achei que seria uma boa aposta. É o 532 Ginger Swing e foi lançado na colecção de Natal de 2012. Um dourado mais escuro, mais para o champagne, que tem partículas de brilho que lhe dão um toque especial, sem exagerar. A minha avaliação de cores meio daltónica insiste, desde o início, que tem umas nuances de caqui, mas, lá está, não foi informação corroborada por blogger ou site algum que falasse sobre ele. Podem tentar encontrá-las nas fotos e, quem concordar comigo, bata as palmas e abra um sorriso, porque fazemos parte de um grupo limitado de pessoas com uma sensibilidade cromática diferente (pelos vistos). 


A fórmula é fantástica; desliza bem, fica perfeita em duas camadas e aguenta, sem lascar, firmemente, durante dias a fio (melhor que o primo coral), incluindo lavagens de louça e esfregação da banheira (querem melhor?). O frasco vem com 6 ml, que duram muito tempo,  e um pincel achatado e largo, mesmo como eu gosto.

Apesar de ser da colecção de Natal passado, julgo que poderão encontrá-lo ainda nas perfumarias, especialmente se pedirem às vendedoras que procurem no sistema especificamente pelo número do verniz. Eu consegui encontrar o Poudre Signée assim, não têm nada a perder. Os In Love custam cerca de 17/ 18 €, mas em promoção conseguem chegar aos 12/ 10. Estejam atent@s, que se conseguem preços fantásticos (Nem vos digo quanto este foi. ;) ).

sábado, 16 de novembro de 2013

Look com a sombra Cranberry, da MAC

foto:glamouricious.pt
Gosto de smokey e, esta semana, já vos contei a minha recente paixão pela sombra Cranberry. Por isso, não deve surpreender ninguém o quanto adoro este look que a Nic das Pixiwoo criou, inspirando-se na Kristen Stewart (cujos olhos sempre intensos me agradam bastante também). Se apreciaram a combinação do Constructivist com a sombra silvestre, vejam só como fica com um preto (MAC fluidline em Blacktracks). Fantástico para uma saída à noite ou para uma festa não é? 

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Vem chegando o verão...

por Carol Vannier

Sempre que eu falo ou penso numa frase e eu conheço alguma música com essa frase ou algo parecido, inevitavelmente eu começo a cantarolar a música. Acontece com mais alguém? Às vezes é só uma palavrinha, e lá vem uma música.

Então aproveitando que vem chegando o verão por essas bandas do hemisfério sul (perdoem-me os leitores do norte, mas guardem notas para o próximo verão ;) eu resolvi fazer uma salada refrescante, porque tem horas que só algo bem levinho apetece.

Foto: felipemaza
Essa salada é interessante porque em vez de apelar para o queijo parmesão para dar mais substância, ela usa queijo cottage, que não só combina muito bem com os sabores da salada, como dá um resultado mais leve.

Eu gostei de usar o pepino japonês porque deu uma simetria legal com os tamanhos das rodelas de rabanete, e porque ele tava em promoção no hortifruti tb ;) E eu também gosto de ter menos semente de pepino. Se quiser usar o pepino normal, mas evitar as sementes, é legal cortar ele no meio no sentido do comprimento e passar uma colher para ir cavando as sementes para fora. Depois as fatias vão ficar em forma de meia lua, o que também é bonitinho :)

Quando for comprar rabanete, escolha o amarradinho não só pelos rabanetes em si, mas pelas folhas também. Se as folhas estiverem bonitas, lave-as quando chegar em casa e guarde-as sequinhas na geladeira para usar como você usaria uma couve por exemplo. Cruas elas são um pouco pinicantes, mas cozidas são ótimas!


SALADA REFRESCANTE DE PEPINO, RABANETE E COTTAGE
Fonte: Delicious Magazine

Arrumar da maneira que achar mais estético: 

alface, rabanetes em fatias finas, pepino em fatias finas, cottage, cebolinha e hortelã picadas





Molho:
Num vidrinho pequeno com tampa coloque o suco de meio limão, 3 colheres de sopa de azeite, uma colher de chá de mostarda dijon e uma pitada de sal. Feche a tampa e sacuda bem até emulsionar.




quinta-feira, 14 de novembro de 2013

MAC | Sombra Frost, no tom Cranberry

Há alguns dias, publiquei o meu grande amor pelo Constructivist da MAC. Na realidade, a minha relação com a marca não tem sido propriamente de grande paixão. Além do paint pot, os outros produtos que comprei podem ser facilmente substituídos, ou até suplantados sem dificuldade, por outros, de outras marcas. Por isso, sempre que alguém elogiava a MAC, era com um pézinho atrás e sobrancelha franzida que recebia a informação, julgando sempre que, das duas uma, ou a pessoa em questão valorizava acima de tudo a relação qualidade/preço, dado que os produtos que eu considero melhores são, normalmente, mais caros, ou que esses produtos maravilhosos existiam, eu é que ainda não os tinha encontrado. Mas como este meu ser eternamente insatisfeito não desiste, insisti na procura.

A primeira sombra que comprei da MAC, para aproveitar uma promoção, foi trazida no impulso, porque a achei bonita, azul como eu queria, e "vamos lá trazê-la porque é MAC, deve ser boa". Errado. Se conhecem a Moon's Reflection digam-me, por favor: É uma sombra pouco pigmentada realmente ou só eu é que tive azar com o meu exemplar?

Frustrações de lado, no outro dia voltei à MAC para confirmar o meu número de base e acompanhar as conversas sobre tons, subtons e comparações afins, e, à saída, vi o cartaz dos paint pots. Fiquei imediatamente retida numa maquilhagem que, se não me engano, usa o Constructivist e uma das sombras mais queridas do momento, a Cranberry. Daí a saltar para o expositor colorido, esfregar o dedo no tom silvestre mais bonito que vi, e a ficar deslumbrada com a pigmentação e acabamento foi um segundinho só (e teve de ser, porque a loja estava mesmo a fechar).


A MAC descreve a Cranbery como vermelho-ameixa com brilho rosa e quem sou eu para dizê-lo melhor? O que mais me impressionou foi a textura cremosa que se nota no primeiro toque e efeito acetinado que vai aparecendo na aplicação. Afinal, é uma sombra "Frost", da linha que acho que vou passar a comprar na MAC e, pelos vistos, é a minha favorita (a Moon's Reflection é Veluxe Pearl). É muito pigmentada e de longa duração, além de ser um dos grandes tons desta estação, para quem gosta de seguir as tendências. A minha tendência é sempre para fazer o que gosto, independentemente de se usar no momento ou não.


Pode ser usada sozinha, porque tem capacidade e vida suficientes para isso, mas podemos aplicá-la com uma base por baixo. Na foto, usei o paint pot Constructivist e estou a gostar imenso da combinação. Os dois criam um look fácil e elegante, num olhar intenso e com um twist de divertido. Com ar de profissional, mas sem grande esforço, como eu gosto. 

Agora confesso que me revolta o facto de não termos MAC pro em Portugal, para podermos comprar as recargas e colocarmos em palettes criadas por nós. Isso também me retrai na hora de comprar. Julgo que já cá teremos amantes de maquilhagem suficientes para justificar a vinda. Mas enquanto isso não acontece, aproveitam-se as ofertas dos aeroportos, mais baratas, e, quem tem amigos nos Estados Unidos, os preços imbatíveis por lá. No dia em que lá for, trarei uma palette com todas as cores que estão, por agora, em lista de espera. :) 

(E este foi o cartaz dos paint pots que me chamou a atenção. Quem quiser sugerir produtos, além desta sombra, para recriar o look, sou toda ouvidos - expressão que adoro. :) ) 

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Objecto de desejo* # 7

Caneca eléctrica para ter o cházinho sempre quentinho ao lado do computador (prefiro no tom silver). À venda na Amazon.co.uk por volta de 20 a 25 €, mas ainda não consegui um vendedor que envie para Portugal. 


* que só será meu quando estiver acessível

terça-feira, 12 de novembro de 2013

Yves Saint Laurent | Blush Radiance, no tom 09 Poppy Coral

Depois de já ter lido fortes elogios à maquilhagem da Yves Saint Laurent, nomeadamente aos seus blushes, decidi, aproveitando uma troca de prenda de aniversário, experimentar um deles, da colecção de Outono. A escolha não foi muito difícil, ainda por cima depois de aplicar os dois, um em cada bochecha. E eis que o Blush Radiance, no tom 09 Poppy Coral, se tornou o pioneiro da marca na minha bolsinha de maquilhagem.


O Radiance é um pó compacto quadrado dividido em quatro partes, duas matte e duas brilhantes, que se podem usar separadas ou todas juntas para um ar natural e radiante, como o próprio nome indica. Este 09 é um coral suave que se aplica facilmente e pode ser trabalhado para um efeito mais leve e matte, ou algo mais intenso e que irradie luz, sempre com um toque aveludado. Se aplicado sobre um primer e base (como fazemos normalmente), são garantidas horas de maçãs do rosto coradinhas e bonitas. 


O blush vem numa caixa dourada que acho lindíssima e elegante, mas tem o senão de ficar completamente carregada de impressões digitais quando a usamos. Por mais que a guardemos sempre na bolsinha de veludo que a envolve, nunca fica tão perfeita quanto a primeira vez que a vimos (o que também não me incomoda assim tanto porque isso não afecta em nada a prestação do pó). Do tamanho das embalagens das palettes de olhos Pure Chromatics, a caixa do Radiance traz ainda um pequeno pincel que, embora não seja o meu favorito para aplicar a maquilhagem em casa, pode dar imenso jeito para retoques ao longo do dia.


Apesar da YSL indicar este blush para as louras e o outro, o Pepper Rose, para as morenas (o que eu acho estranho porque o primeiro tem notoriamente um subtom mais dourado e este último mais azulado, o que, à partida, me levaria a pensar na indicação ao contrário), acredito que fica muito bem a quase todos os tipos de pele que aguentem um coral, especialmente com uns lábios a combinar. Escusado será dizer que sou fã do look da Christina Hendricks na série Mad Men.

Encontram-no facilmente numa perfumaria que venda YSL, uma vez que as colecções de Outono já saíram praticamente todas (Se alguém avistar a da Estée Lauder, diga-me, por favor. É a única que ainda não vi.). Os preços rondam os 35-40 €, sem as promoções que tão bem conhecemos (30% na Balvera, entre 20% a 30% no final do mês na P&C, uns 20% pontuais na Sephora e a redução do IVA, às vezes, na Douglas). 

A Salinha no Facebook

Já seguem a Salinha no Facebook? Por lá encontram imensas partilhas, conversas sobre produtos, dicas e sugestões e têm os posts fresquinhos da Salinha sempre à mão. 

Convencid@s? Então cliquem aqui e façam gosto/curto/like. :) 

Obrigada e vamos fazer crescer este nosso espaço. :D

Colecções Holiday 2013 - Parisian Nights, da Yves Saint Laurent

foto: Chicprofile.com
Hoje vai ser o dia YSL. Agora partilho convosco a colecção de festas deste ano e, mais tarde, um blush. Para a primeira, a Yves Saint Laurent acompanhou a Dior, trazendo os rosas como os tons principais de uma quadra que, tradicionalmente, é pintada a vermelho e dourado. A Parisian Nights, como o nome indica, inspirou-se nas noites da cidade das luzes, tempo para festejar e nas quais os olhos das mulheres brilham com romance, a tez enrubesce num rosa apaixonado e os lábios sorriem na cor de um beijo francês.

O blush, é, sem dúvida, a peça principal da colecção que, mais uma vez, tem o toque requintado da maquilhagem YSL. As embalagens dos batons são lindas e tanto os Glossy Stains quanto os vernizes aliam cores fantásticas a uma qualidade estupenda.

Enquanto não a vemos ao vivo, eis algumas fotos da colecção (do site Chicprofile, um dos que procuro para conhecer as novidades e lançamentos):






Há algum produto que não vão querer perder? :) 


segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Laura Mercier | Os meus primeiros de muitos (espera-se)

Se houve dois produtos que eu desejei ardentemente quando os vi e que não pensei muito antes de comprar pela net, mesmo através de um site com portes de envio nada simpáticos, foram os da Laura Mercier. Ambos da colecção Folklore, da Primavera/Verão 2013, continuo a olhar para eles com o mesmo ar enternecido com que os olhei pela primeira vez e continuam a portar-se tão bem quanto há uns meses atrás.


Sobre o lápis de lábios Folklore já por aqui opinei, pelo que, resumidamente, só tenho a reafirmar que o adoro. As letras da embalagem já desvanecem, mas o produto continua com a mesma qualidade, que se nota na pigmentação, conforto e hidratação. Se me dá vontade de comprar outros que tal, da marca? Ah pois claro que dá e, pudesse eu, já aqui teria toda a gama de cores.


Agora o menino dos meus olhos da Laura Mercier é, até agora, sem dúvida, e mesmo vendo reviews e swatches de outros produtos, o Blush/Bronzer Ritual. São 9,5g de uma mistura de cinco tons diferentes, num pó compacto baked/cozido, que vão desde o castanho matte ao rosa brilhante, com veios mais claros e escuros, que podemos combinar como quisermos. Cada um é diferente do outro, ficando a pessoa com uma conjugação de tonalidades única. Eu julgo que tive muitíssima sorte com a minha; tem zonas em que predomina o bronzer, podendo criar um efeito discreto e perfeito para um ar bronzeado natural, e outras em que se nota mais um rosinha vivo e com reflexos cintilantes, o qual uso mais como blush, nas maçãs no rosto. É, por isso, um duo perfeito que não vi noutros irmãos, em fotos de blogues por esse mundo fora. (E sim, sou a típica "mãe-galinha" que acha os seus "pintinhos" mais bonitos que os outros. ahah)


Duas fotos em luzes diferentes; Claro que, na pele, esbato mais os tons para dar um efeito natural. Aqui exagerei para verem as cores. :) 
Por ser cozido, este é, em princípio (e eu confirmo-o) um produto de longa duração, bem pigmentado, que não se esfarela. Gosto tanto do toque e acabamento dele que fico tentada, sempre que passeio pela montra virtual da Space.NK, a comprar os pequenos bonbons (também baked) para os olhos, da Laurinha. Cores bonitas, fórmulas de qualidade e um toque de gulodice têm tudo para me agradar (e muito).

Estava reticente em falar sobre este meu amado pó, dado que não queria provocar a frustração em quem não o conseguiu adquirir (e dificilmente o encontrará, embora, como eu sempre digo, a esperança é sempre a última a morrer). Produtos desta qualidade em edição limitada são uma chatice pegada. Eu, que me demoro a decidir, que o diga. Mas, como revelou a Mia, do Make Down, a Miss Laura Mercier is coming to town, através da Skinlife, e achei que seria altura ideal para partilhar convosco este formigueiro bom e sorrisinho descontrolado que a marca me dá. Agora quero partir para os tão aclamados produtos de pele, para muitas bloggers dos melhores que existem pelo mercado. (O Natal também está a chegar, thank god! eheh)

sábado, 9 de novembro de 2013

Look Outono # 4 - Smokey com lábios intensos (e um canal a seguir)

Esta semana decidi partilhar convosco não apenas uma look interessante, mas também um novo canal de um maquilhador profissional, que conheci através do Coisas e Cenas. Wayne Goss, além do sotaque fantástico, tem vários vídeos extremamente práticos, com dicas e truques de profissional para amadores, curtos e muito fáceis de seguir e perceber. Fala sobre as diferenças de cada pessoa (como o tipo de olhos, o tom de pele e formato da cara) e como devemos tê-las em consideração quando nos maquilhamos. Os tutoriais dele são maravilhosos e devo confessar que, com um deles, mudei totalmente a minha técnica de aplicação de sombras no meu smokey comum e fez uma diferença imensa. Também faz reviews e opina sobre produtos, mas devo confessar que não é nesses vídeos que mais aprendo.

O look deste vídeo foi feito por uma colega dele, mas também achei extremamente interessante o resultado, além de perfeito para o Outono. Olhem bem para os lábios! :) 

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Salpicão da Gigi

por Carol Vannier

Continuando inspirada pela lista de comidas brasileiras do Buzzfeed, eu acho que é de utilidade pública compartilhar o salpicão da minha mãe ;)
Não é só porque é da minha mãe, mas esse salpicão é o favorito de muita gente. E na minha opinião ele tem de fato um segredinho: cebola crua. Antes de torcer o nariz, dê uma chance. Eu também achava que não gostava de cebola crua de jeito nenhum. Mas misturadinha no salpicão ela faz toda a diferença! Quando eu fazia sem cebola ele ficava sem graça e eu não sabia por que, até dar o braço a torcer para a cebola.

Fora isso o salpicão é uma salada bem eclética, e você pode ir adicionando ou tirando ingredientes de acordo com o seu gosto. Mas acho importante cortar tudo bem fininho, para que ele fique delicado. (Um processador nessa hora é uma mão na roda).

As quantidades também não são nada precisas, mas para alguém que nunca tenha feito, dou aqui as proporções do último salpicão que mamãe fez. Os ingredientes vão em ordem de importância (na minha opinião):

SALPICÃO DA GIGI


2 peitos de frango assado desfiados
1 cebola pequena em fatias finas (foi uma pequena nesse caso porque tinha alho poró cru. se não tivesse, a cebola podia ser grande)
2 cenouras raladas
1 lata de milho verde
1/2 pimentão verde em fatias finas
2 tomates sem semente em fatias finas
20 azeitonas verdes descaroçadas e picadas
1 alho poró pequeno em fatias finas
1/3 xíc. de passas
2 maçãs raladas ou em quadradinhos

Depois é só dar liga em tudo com aprox. 5 colheres de sopa de maionese e servir com batatinha palha e/ou alface crespa ou americana (iceberg).

Uma dica: apesar da maionese já ter uma boa dose de sal, eu costumo colocar umas pitadinhas de sal só no meu prato, já que nem todo mundo gosta tanto de sal quanto eu. É que se eu não fizer isso, acabo compensando a ligeira falta de sal com um acréscimo de batata palha, o que é com certeza mais perigoso, porque o sal vem de qualquer jeito, mas ainda por cima acompanhado...

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