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quarta-feira, 31 de julho de 2013

Casamento - A minha maquilhagem indispensável para o grande dia

Para termos uma pele fabulosa e escolhermos bem a maquilhagem, julgo que o melhor será seguir as dicas que a conselheira da Guerlain me deu e que compilei numa série de três posts (1.Cuidados com a pele, 2.maquilhar a face e 3.maquilhar olhos e lábios.). Pareceram-me conselhos bem completos e extremamente úteis para escolher a nossa maquilhagem para casamentos (ou eventos do género). A mim deram-me muito jeito na hora de escolher os produtos e as técnicas a usar. 

Vou partilhar, então, convosco, os indispensáveis de maquilhagem que, durante praticamente dois anos de pesquisas e testes, fui comprando (aproveitando saldos e promoções) para ter produtos de confiança, no dia da minha vida em que serei mais fotografada.  :)




Estes são os meus queridinhos de confiança para me sentir bem e bonita. Como prefiro fazer eu a minha própria maquilhagem, e ir testando com muita antecedência todas as opções que eu mais gosto, decidi investir um bocadinho mais e ter, de facto, produtos que sei que não me deixarão mal. Quais são os vossos?

E sim, sou maioritariamente uma noiva Guerlain, mas que fazer, sou apaixonada pela marca. Só escolhi outras marcas nos produtos nos quais não é, na minha opinião, a melhor. :D

terça-feira, 30 de julho de 2013

Casamento - Fotógrafo e Animação: prioridades?

Ainda estamos no mês de Julho e quero ver se, esta semana, termino os posts sobre a organização de casamento que prometi. Dito isto, decidi juntar a animação e o fotógrafo, que, no nosso caso, não envolveu muitas questões ou ponderações porque já estavam decididos antes do pedido ser sequer pensado.

Ao definirmos as prioridades do casamento e ter decido onde podíamos poupar e quais aquelas em que não nos importávamos de pagar mais para ter um excelente serviço, decidimos que a animação e o fotógrafo entravam na lista destas últimas. Comecemos pelo último.

Fotógrafo:
  • Depois de fazermos um levantamento pelos preços praticados por vários fotógrafos (da zona centro, por uma questão de praticidade) e de fazermos uma comparação de portfolios com a ajuda das fotografias dos sites e in loco, decidimos que, apesar do nosso ser um bocadinho mais caro (em alguns casos apenas 200 euros), temos, no final, um trabalho de  qualidade reconhecida (pelo menos esperamos) e no qual podemos confiar. Com a opção fotografias, filmagem e um álbum grande (achámos que era melhor, hoje em dia, distribuir os CDs das fotos pela família do que dar um álbum pequeno, com uma escolha limitada, e que fica na gaveta), teremos um registo bonito e bem cuidado do dia do casamento, acompanhado por excelentes profissionais. Outros laboratórios faziam mais barato, mas o resultado era sempre pouco satisfatórios e, amantes de fotografia como nós, nunca optaríamos por algo que não nos agradasse plenamente. Aliás, julgo que, neste serviço, há mesmo que considerar que, às vezes, o barato sai caro. (Claro que há outras opções boas, mas, não conhecendo, não quisémos arriscar.)
  • Tendo escolhido a empresa que se responsabilizará pelas fotografias, definimos o que queríamos e o que não queríamos no nosso dia. Uma coisa que recusámos determinantemente foi sair a meio do dia para ir tirar fotos só os dois, noutro lado qualquer. O dia do casamento é para partilhar com todos e queremos que essa partilha seja registada plenamente. Isso tornou ainda mais importante a escolha de uma equipa de qualidade, porque tirar boas fotos naturais requer o dobro da mestria das fotos posadas. Espero que a que vai ao nosso não nos decepcione.

Animação: 
  • Sobre a animação, também não foi difícil. Há uns anos, num casamento de uma prima minha, encontrei a dupla que levou os convidados ao rubro e, no instante, pensei que, se me casasse, gostaria que fossem eles os responsáveis por animar o meu. Mas, mesmo assim, foi algo pensado.
  • Em primeiro lugar, definimos que não queríamos banda ao vivo, mas sim um DJ. Além de músicos ao vivo não ser a nossa preferência para o casamento, pela minha experiência, um Animador/DJ aguenta muito mais tempo um grupo de gente a dançar e a cantar do que uma banda. Perdoem-me os músicos mas, enquanto um DJ tem um leque variadíssimo de estilos musicais, que pode ir passando e testando a receptividade da audiência, a banda é muito mais limitadora. Se, por acaso, os nossos convidados não apreciassem o estilo, entediar-se-iam a noite toda e não é o que queremos. A opção de algo alargado e que conseguisse tocar desde o tradicional pimba aos últimos êxitos do Pitbull era sempre algo mais aliciante.
  • Já sabemos que  o profissional que porá a nossa música é muito bom, especialmente porque, ao não ser DJ per se, não colocará principalmente Disco/Techno que cada vez me agrada menos. Ele sabe sentir o público e é importante assistirem ao desempenho da vossa escolha antes de assinarem o contrato. Nós não escolhemos alguém que não conhecêssemos. Pode não evitar algum despiste, mas pelo menos reduz probabilidades.
  • Ainda no campo animação, além da pessoa que tratará da música, quisemos trazer igualmente um animador extra para incentivar o público, com jogos e coreografias. Eles avisaram-nos desde logo que os noivos têm de alinhar nas brincadeiras, porque muitas vezes o entretenimento não resulta porque os noivos estão longe, afastados dos convidados e nas suas tarefas. Eu já topei qualquer coisa gira, desde que não estrague o meu vestido lindo que eu adoro.
  • Para as crianças, quando há um número considerável (o que para mim já  é a partir de 10), devemos ter um animador específico, para o entretenimento dos mais pequenotes. É importante para a diversão não apenas das crianças mas também dos pais, que assim podem aproveitar melhor o casamento. A nossa já vem caracterizada e traz material para uma diversão de horas. Espero que gostem. 
  • Surpresas! Os casamentos têm de ter surpresas e, para não estragar as nossas, conto-vos tudo depois de dia 10. Espero que compreendam, mas há vários convidados que seguem a Salinha. 

No final, como tudo o resto, temos de nos lembrar que o dia é nosso, tanto dos noivos quanto dos convidados, e pagamos (e em alguns casos bem) para termos um serviço como queremos. Portanto não façam nada que não queiram e vos deixe desconfortável porque o fotógrafo ou outra pessoa exige e conversem com o animador sobre tudo o que pretendem. No meu caso, tenho apanhado sempre gente extremamente simpática, na qual reconheço profissionalismo e simpatia, características essenciais para despertar a minha confiança. E eu, com anos de experiência em organização de eventos, sou exigente e rigorosa quanto baste! :) 

É um dia de diversão e espera-se que os noivos estejam bem-dispostos e alegres. Há coisas que correrão na perfeição, outras menos bem, mas há que aproveitar tudo ao máximo. :) 
Como foi a vossa experiência?

Casamento na Salinha - Decoração mode non-stop

Aqueles que fazem parte da Salinha há algum tempo já se devem ter apercebido que, deste lado, prepara-se um dia de Casamento. Os posts são, por isso (e peço desculpa), mais erráticos e o tempo está cada vez mais apertado para tudo o que está ainda por fazer. 

Uma foto só para vos deixar um cheirinho do que estamos a fazer; por aqui estamos rodeados de tinta e cola, a preparar toda a decoração, bem simples, como nós preferimos. Ao som de Aerosmith, para ver se recebemos um pouco da energia do Steve Tyler. Se resultar como pretendemos, mostro-vos como ficou tudo, depois do dia 10. :) 

segunda-feira, 29 de julho de 2013

Dailylook - Promoções de Verão


A Dailylook está com desconto em vários artigos, desde roupa a acessórios, passando pelos sapatos. Eu gosto especialmente das malas, em todas as cores e feitios. A loja envia para todo o Mundo, mas a entrega internacional só fica gratuita se fizerem uma compra igual ou superior a 150$/ ca 113€/ ca R$338. 

Quem quiser aproveite. :) 

Há alguma peça que tenham gostado da lista de produtos com preço especial?


domingo, 28 de julho de 2013

Objecto de desejo* #1



Relógio Calvin Klein Selection rosa dourado com cabedal branco.


* que muito provavelmente não passará disso. 

Inimitable Waterproof da Chanel - o escolhido para momentos especiais

Um rímel é, para mim, peça fundamental num olhar bem maquilhado e bonito. Pode ser apenas transparente, para dar algum brilho às pestanas/ cílios; de cor, dando-lhes um ar divertido, ou um preto intenso, para o olhar mais sedutor. Mas tem de ter aquela camada que alonga, dá volume e/ou define as pestanas/ cílios. 

Eu sou efectivamente esquisita ao escolher o meu rímel, confesso, e, para estar no topo do meu escalão, tem de fazer tudo o que espero dele: além das três características que escrevi acima, deve também ondular as minhas pestanas por tanto tempo quanto eu o tiver posto. Difícil, não é? 

Os meus únicos dois queridinhos até agora eram o da Guerlain, o Cils d'Enfer (edição limitada) e o número um, que eu adoro, o Le Volume da Chanel. Mas, para o dia do casamento, desaconselharam-me ambos. Problema? Não são à prova d'água. Embora eu não seja das pessoas com lágrima mais fácil, uma boa gargalhada (e espero haver várias) deixam-me os olhos mais húmidos, e eu não quero arriscar a maquilhagem completa. Fui à procura do rímel à prova d'água que me conviria. 

Comecei pelos mais falados, desde os da Lancôme, da Benefit, passando pelos da L'Oréal. Com excepção do rímel da Benefit, do qual já vos falei e, apesar de todos os elogios, é um produto do qual eu de facto não gosto, tanto os da Lancôme quanto o da L'Oréal eram bons na maioria dos quesitos, mas não todos; os primeiros não separavam as pestanas como eu gosto e o último não as ondulava o suficiente. Virei-me para os da Chanel

Tanto o Sublime quanto o Inimitable têm versões waterproof (WP - à prova d'água), mas o último bate, para mim, o primeiro, deixando-o KO no primeiro round. A primeira vez que apliquei o Inimitable, numa loja, queria fazer a comparação com o Star da Lancôme, tendo um num olho e outro no outro. Tendo já decidido qual o meu favorito, fui ter com a minha mãe, sem dizer marcas, e pedi-lhe para escolher o mais bonito. O da Chanel. 

Como eu não compro à primeira um produto para um fim tão importante, ainda fui mais uma vez à loja e experimentei os dois da Chanel, em cada olho. Um parecia bem maior e mais iluminado que o outro. A escolha estava feita. 

O Inimitable Waterproof, em preto, é o rímel que alonga, separa, ondula, dá volume e, acrescentando a tudo isso, é à prova d'água. Com uma resistência superior à maioria, porque tem esta última qualidade, aguenta umas pestanas arrebitadas e bonitas por todo o dia. E sem grumos! Não sei se destrona o Le Volume (no dia em que a Chanel lançar a versão WP dele vou a correr comprá-lo para o Verão), mas é um produto bem próximo, que satisfaz as minhas exigências e no qual confiarei no meu dia de casamento. Afinal, nesse dia temos de estar seguras que a maquilhagem vai aguentar todo dia e ficar bem ao vivo e nas fotos.

Os produtos da Chanel não são os mais acessíveis mas, na Balvera, com o desconto de cartão, este rímel fica mais acessível- 21€/ ca R$63 (em vez dos comuns 30€/ R$90). Como já disse para o Le Volume, quem conhecer alguém que more nos EUA, ou vá até lá, pode sempre pedir um favorzinho. Lá a Chanel é mais barata do que na maioria das perfumarias. :)

Avaliação:
Qualidade - 10/10
Pigmentação - 10/10
Textura - 10/10
Duração - 10/10
Aplicação - 10/10

NOTA FINAL: A+


Já se depararam com a escolha complicada que é escolher um bom rímel à prova d'água?


sábado, 27 de julho de 2013

Look Casamento #4 - Para as noivas que não dispensam o rosa

Apesar de não ser a minha preferência para a maquilhagem do casamento, eu sei que é mais tradicional a noiva levar algo com um toque de rosa. Como se marcasse assim a sua feminilidade, dando-lhe um ar de menina, de flor. O meu sangue latino faz-me querer algo mais quente, mais dourado, deixando o rosa suave apenas para os lábios. Mas também gosto de ver noivas mais tradicionais. 

Os looks com rosa, mais discretos, são bem parecidos com o primeiro que vos mostrei, pelo que decidi partilhar convosco este tutorial de Samantha Chapman, do canal Pixiwoo, para uma noiva que gosta de algo mais intenso. A Sam é, para mim, uma das maquilhadoras profissionais, com canal no youtube, que melhor explica as técnicas, tornando mais fácil para nós, amadoras, de conseguirmos o que ela cria, com os produtos que temos em casa. Espero que gostem tanto quanto eu. :) 


Quais foram/são os tons que usaram/usariam no vosso dia de casamento?

sexta-feira, 26 de julho de 2013

Tin-tin!

por Carol Vannier

Chegamos à última semana do mês dedicado a casamentos na Salinha, e essa semana eu proponho um brinde aos noivos e a todos que têm a coragem de empreender essa tarefa ao mesmo tempo árdua e prazerosa que é organizar um casamento! E um brinde também aos que deixam a festança de lado, mas ainda assim acreditam que juntar os trapinhos é melhor do que ficar cada um na sua. ♥

Para brindar ocasiões marcantes, nada mais natural do que apelar ao Champagne e seus primos espumantes em geral, que sempre dão um ar festivo e até teatral, dependendo de quem tira a rolha :D
Por isso resolvi pesquisar e experimentar drinks que usem espumantes como base, deixando como sugestão, não só para a festa de casamento, como para um café da manhã/brunch. Este pode ser antes da cerimônia, como se faz em Portugal, ou quem sabe na manhã seguinte, a dois, se os noivos ainda tiverem fígado pra isso!

Apesar de serem quase todos desconhecidos para mim, os drinks que eu experimentei são bastante tradicionais e conhecidos mundo afora. Por isso mesmo aparecem em várias fontes com várias proporções diferentes entre os ingredientes, e algumas vezes com substituições. Coloco aqui então sugestões não muito precisas, e deixo a cargo de cada um ajustar de acordo com a sua sensibilidade e paladar.

Não reparem muito nas fotos, pois foram tiradas em meio a uma confusão de muitos ingredientes e degustadores voluntários (todos maiores de idade, e ninguém pegou o carro depois!), e com um teor de álcool crescente no sangue da fotógrafa ...

Da esquerda para a direita: Mimosa, Poinsétia, French 75 e Kir Royale

Dos drinks escolhidos, mostrados na foto, alguns se prestam a cafés da manhã ou brunch, por serem bem diluídos em suco de fruta, como o Mimosa e o Poinsétia. Eu gostei mais do Poinsétia, mas o Mimosa foi o mais levinho, talvez por ter levado menos licor.

O Mimosa é a mistura de espumante e suco de laranja, numa proporção que pode ser de 1:1 ou tender mais para o lado que você preferir. Também é comum dar um toque leve de triple sec/licor de laranja.

O Poinsétia é a mistura de espumante, suco de cranberry e triple sec/licor de laranja, mas as proporções parecem variar ainda mais. Minha sugestão: 1/3 dose de licor de laranja, 1 dose de suco de cranberry, e preencher o resto da taça de espumante.

Os dois últimos não são tão diluídos, por isso são mais para a noite mesmo. O Kir Royale é o campeão na apresentação, mas depende da qualidade do licor de cassis. O French 75 é o que tem mais jeitão de drink mesmo, com um paladar mais elaborado. Eu adorei!

O French 75 é a mistura, em ordem decrescente de quantidades, de: espumante, gin, suco de limão siciliano e açúcar ou xarope de açúcar (para perder menos gás). Você pode misturar o açúcar antes também, usando uma coqueteleira. Para duas taças: coloque 2 ou 3 colheres de chá de açúcar, 1/2 dose de suco de limão siciliano, 2 doses de gin e gelo, e chacoalhe. divida entre as taças e complete cada uma com espumante.

O Kir Royale é a versão espumante do Kir, que é feito com vinho branco. É só encher quase totalmente a taça com espumante e depois dar um toque de licor ou xarope de cassis. Colocando o licor depois, ele se deposita no fundo, fazendo esse degradê bonito. A cereja é opcional.

Bebam com moderação! ;)



quinta-feira, 25 de julho de 2013

Atraso nas postagens

Com cinco minutinhos e alguns textos alinhavados, mas não terminados, quero pedir desculpa se, esta semana, os posts estão menos regulares. Com a preparação para o grande dia e outros trabalhos tem sido caótico. Prometo que vou tentar continuar a actualizar diariamente o blog, assim que possível (a partir deste fim de semana, espero). 

Se tiverem alguma sugestão de tema para posts ou vídeos, mais uma vez, partilhem connosco. :) 

quarta-feira, 24 de julho de 2013

Tag do Arco Íris da Salinha

Seguindo o desafio da blogger/youtuber brasileira Camila Coelho, gravei a minha versão da Tag do Arco Íris. Foi divertido. Espero que gostem. :)


Se tiverem outras tags divertidas para fazer, sugiram. Se pudermos, fá-las-emos.

terça-feira, 23 de julho de 2013

D. Irene em Teresópolis, para um autêntico jantar dos czares


Na catalogação dos nossos caixotes e caixotes de livros, encontrámos um panfleto de um restaurante que adorámos, o D. Irene, em Teresópolis (RJ - Brasil).  Num ambiente acolhedor, com uma fogueira acesa nas noites mais frias da serra, somos recebidos de braços abertos para umas longas horas de excelente gastronomia russa, num verdadeiro jantar dos czares. Foi, sem dúvida, um passeio inesquecível.

Nós fomos a Teresópolis no inverno brasileiro. Num mês de Agosto especialmente frio, há uns anos, decidimos dar um passeio até à serra, sentir um friozinho e provar algumas iguarias russas. Já sabíamos que seria uma experiência diferente e boa, mas eu não estava à espera de ser algo tão familiar e caseiro. Valeu-nos o facto de não estar mais ninguém no restaurante (fomos durante a semana, numa altura em que não há férias) para sermos servidos realmente como czares e ainda ficarmos à conversa com a responsável, uma senhora extremamente simpática e interessante.

Reservámos antes de ir, por telefone, e escolhemos o prato principal. Já com hora marcada, chegámos ao local, uma vivenda grande, mas discreta, sem qualquer ar de restaurante, com uns salões decorados como uma casa de família russa e com fotografias de família, que nos dão a sensação de estarmos realmente num espaço aconchegante, como convidados de alguém.

Sentámo-nos numa mesa enorme, com um sininho para chamar a empregada quando fosse para passar para o prato seguinte, e começou a aventura pelas quatro etapas que compunham um banquete da aristocracia russa até 1917.  Para este post não ficar muito longo, podem descobri-las no site do D.Irene. Depois de entradas frias, quentes e a sopa tradicional de beterraba, Borscht, eu comi, como prato principal, o Frango à Kiev. Apesar de delicioso, devo reconhecer que era demais para mim, com a manteiga derretida a escorrer de dentro da carne frita e envolta por uns pedacinhos crocantes (de pão, pareceu-me).   

Não é um passeio barato. A refeição custa, actualmente, R$110 /ca 38€, fora as bebidas. Se houver um concerto, o couvert artístico acrescenta ainda R$45/ ca 15€ à conta, mas não são assim tão frequentes. A comida é de facto muito boa e é uma refeição diferente e longa. Perfeita para um momento especial, a dois (como nós fomos), com família ou amigos, que gostem de comer coisas novas e provar iguarias de outros países.  

Para reservas ou qualquer dúvida, visitem o site do restaurante. Tem tudo o que precisam saber para irem desfrutar de um jantar de czares, incluindo o trajecto para lá chegar.


Alguém já lá foi? Foi uma experiência tão boa quanto a nossa?  

segunda-feira, 22 de julho de 2013

Base Make Up For Ever HD - A favorita para momentos especiais

Se me perguntassem em que produto é que as noivas (ou qualquer pessoa que vá ser fotografada o dia inteiro) deveriam investir realmente, eu diria sem sombra de dúvidas: a base! Enquanto se poderá optar por versões mais baratas na restante maquilhagem, uma boa fórmula para cobrir as imperfeições da nossa face, ao longo de todo o dia, e que fique bem nas fotos é, efectivamente, fundamental.
foto:makeupforever.com
A minha base de eleição (escolhida depois de horas e horas de pesquisa e testes), para momentos especiais e, neste caso, o casamento, é a da gama HD, da Make Up For Ever (MUFE). A marca garante que esta gama usa "fórmulas inovativas para criar uma nova geração de maquilhagem que é invisível tanto nas câmeras de alta-definição, quanto a olho nu. A HD é uma base não gordurosa com cobertura média a completa que camufla as imperfeições da pele, enquanto permanece invisível no ecrã e na vida real. A sua textura extremamente fina é flexível e fácil de aplicar. Enriquecida com agentes hidratantes, deixa a pele suave e radiante."

Com uma pele mista, encontrar uma base que me deixe a pele mate, mas mesmo assim guardar a luminosidade natural e cobrir as imperfeições, é uma tarefa complicada. Eu sei, sou exigente. Mas a HD cumpre todos os meus requisitos, especialmente para um dia em que tenho de sentir confiança em todos os produtos que vou usar.

A fórmula tem uma cobertura fantástica, mas não é de todo pesada na pele. A sensação que tenho é que a minha tez é aperfeiçoada com esta base, que se aplica muito bem com os dedos, um pincel ou uma esponja, ficando com um ar "naturalmente" bonito e radiante. Pelo menos eu adoro vê-la ao espelho. Como se a Make Up For Ever tivesse conseguido criar um produto daqueles que, magicamente, camuflam as nossas manchinhas da pele, sem esconder o nosso brilho natural. Eu uso o 127, para peles warm, de um leque variadíssimo de opções, para os mais diferentes tons e undertones, para toda a gente. 

Mas o melhor deste produto é que se fotografa extremamente bem. Nada de faces fantasma ou com ar de máscara. Com o efeito natural de "maquilhagem sem maquilhagem", chego ao final do dia ainda com a base, mesmo mexendo frequentemente na cara, e sem aquela sensação de oleosidade que às vezes algumas bases dão passadas algumas horas.

O grande inconveniente é que a marca só está à venda na Sephora, que ainda não tem em Portugal um site de âmbito nacional como o francês (onde os produtos MUFE são mais baratos do que aqui), brasileiro, ou dos Estados Unidos, todos fantásticos. Não é barata, mas, segundo a autora do site Temptalia, dura uns bons seis meses, o que acaba por ser um bom investimento. Eu fiquei fã. 

E vocês? Já experimentaram a HD? 

domingo, 21 de julho de 2013

Casamento - Escolher a comida para todas as refeições

foto: Facebook Morais Eventos
A comida num casamento português é uma das componentes do dia à qual se dá imenso valor. Por ser um evento muita gente, e que normalmente gosta de comer, a decisão da quinta (se tiver o serviço de catering incluído) ou da empresa que tratará da comida, depende, muitas vezes, da qualidade que lhe é conferida e reconhecida nessa matéria. Um serviço muito criticado é um serviço rejeitado.

Por isso, em primeiro lugar, é importante procurarem informar-se sobre os serviços que têm ao vossos dispor. Na internet, há um site que achámos bastante útil para esse passo - O Nosso Casamento. Além de podermos ver os fóruns e dúvidas colocadas sobre as mais variadíssimas questões, há sempre a possibilidade de partilharmos os nossos receios e haverá sempre alguém a responder com a sua experiência relativamente à quinta, ao catering, enfim, a (quase) tudo.

Tendo decidido quem será responsável pela comidinha, há que pensar nas várias etapas do casamento e definir o que queremos para cada uma, que pratos escolher e, mesmo que não esteja na lista prévia apresentada, se preferimos acrescentar ou retirar algum, como melhor nos convier. Afinal, o dia é nosso, e, uma vez que se paga (e bem!) por pessoa, há que garantir que tudo esteja exactamente como queremos. 

Indo por refeição, eis as questões que nos colocámos, tendo em conta que, o nosso, será um casamento mais tradicional da minha região:

Pequeno-almoço
Antes da cerimónia, é comum oferecer-se um pequeno-almoço/café da manhã reforçado, para os convidados ficarem bem até ao almoço, que, nestes dias, é sempre tardio. Desde os convidados mais idosos, habituados a comer mais cedo, aos que acordaram mal o sol raiou para irem para cabeleireiros e afins, é bom haver petiscos, doces e salgados, incluindo carnes, desde o lombo de porco, à vitela ou leitão. 
Esta refeição pode ser servida pelo catering ou ser totalmente organizada por nós, contratando alguém para dispor a comida no dia, e servi-la pelos convidados. Depois de várias contas feitas, e tendo em conta a relação preço/qualidade/quantidade, verificámos que ficava mais ou menos o mesmo preço feito por nós ou pela empresa, além de ser muitíssimo menos trabalhoso. Para nós, é a melhor opção.

Recepção
Depois da cerimónia e à entrada da quinta, servem-se os aperitivos enquanto se tiram as fotografias com os noivos. Normalmente é o momento dos grelhados, desde os enchidos/ embutidos às carnes como a picanha, e dos salgadinhos (rissóis, pastéis de bacalhau, chamuças, etc.). A acompanhar, bebem-se bebidas mais frescas, como as caipirinhas, ou os aperitivos clássicos como o whisky ou o martini.

Almoço
A quantidade de pratos depende do orçamento estipulado por cada organizador do casamento. Antigamente, chegava a haver sete pratos diferentes mas, hoje em dia, o mais comum é ter uma entrada, uma sopa, um prato de peixe, um de carne e uma sobremesa.
A escolha de cada um não é simples e, além de depender da vontade dos noivos, deve ser igualmente algo que seja o mais consensual possível entre os convidados. Pratos que tenham bacalhau são sempre bem-vindos, enquanto que carnes que tenham de ser servidas em sangue podem ser um autêntico fiasco.
Outra questão que ponderámos foi a diversidade nos pratos. Podíamos fazer, por exemplo, um almoço que assentasse no camarão como ingrediente principal de vários, mas... e se houver pessoas alérgicas? Alimentos mais comuns, mesmo mantendo um grau de originalidade e de qualidade, foram essenciais para a nossa escolha, tentando, com isso, que não houvesse alguém que desgostasse do almoço completamente.
Na sobremesa, tentámos seguir a mesma lógica. Composta com dois ou três tipos de doces diferentes, as sobremesas devem ter uma opção, pelo menos, que seja apreciada pela maioria. Assim, evita-se que os pratos sejam devolvidos à cozinha quase intactos, o que sinceramente me faz doer o coração.
É comum as empresas darem pelo menos uma degustação do menu escolhido para o casório, antes do dia. Analisem muito bem todos os pratos que são servidos e, se quiserem alguma coisa alterada no dia do casamento, não hesitem em pedir e fazer valer a vossa opinião. Se for necessária outra degustação porque algo não estava bem feito, peçam. Mais uma vez, o dia é vosso. 

Copo d'água/ Pôr do Sol
Os almoços duram até tarde, mas o dia é longo. Por isso, quando a noite cai e depois de uma tarde com animação, abre-se o baile e o buffet. Há quem abra o buffet e depois a pista de dança, há quem faça as duas coisas quase em simultâneo, enfim, é um espaço que terá a comida toda disposta e que se vai repondo à medida que vai terminando,  ao longo de toda a noite.
Normalmente, todos os serviços oferecem sensivelmente a mesma coisa, mas o importante é definirem muito bem o que querem e verem a lista de tudo o que é prometido em cada mesa específica (doces, marisco, queijos, enchidos, etc). Se quiserem um doce específico, um prato quente diferente, peçam e uma empresa flexível e disposta a agradar, com certeza fará a vontade aos noivos. O importante é que esteja tudo bem descriminado, para não haver surpresas (ou para as minimizar pelo menos) no dia do casamento.

Bolo de noivos e Champagne
Algures durante o dia, abre-se o bolo e bebe-se o champagne. Há quem opte por dar o bolo como sobremesa, há quem prefira servi-lo à saída da cerimónia, há quem o dê como lanche, entre o fim do almoço e a abertura do buffet. Depende sempre da vontade dos noivos e da organização do dia.
Os bolos podem ser variadíssimas formas, sabores e desenhos e, normalmente, estão incluídos no serviço de catering, não sendo um custo extra.  A nossa preferência é pelo bolo tradicional, de três andares e, para mim, é importante que tenha, pelo menos, dois sabores distintos, para agradar à maioria. Houve vários casamentos em que havia bolos de nozes ou de chocolate e, quer um quer outro, não são igualmente apreciados por todos (eu incluída). Diminuindo a probabilidade de não gostar de nenhum sabor, queremos que os nossos convidados provem um pedacinho de bolo, no mínimo.

Um conselho que nos deram, e que vamos seguir, é termos alguém que seja responsável pelo diálogo com a empresa de catering. No dia é importante que os noivos estejam bem e que desfrutem dos seus convidados. Não podem andar em cima da organização para que tudo corra bem. Por isso, é essencial haver alguém de confiança, a quem reconhecemos tacto, delicadeza e assertividade, que garanta que as coisas estejam do agrado dos noivos e a correr tudo bem e como planeado. Escusado será dizer que essa pessoa deverá estar por dentro da programação e saber exactamente o que será feito e o que foi pedido. Não queremos que os noivos se chateiem com falhas e pequenos problemas que possam eventualmente surgir.

Tendo dito isto, e sabendo que, independentemente da organização e planeamento, todos estão sujeitos a que algo corra fora daquilo que foi idealizado, é fundamental que, desde que acordam até terminar a noite, os noivos relaxem, sorriam e que saibam de antemão que, apesar das tentativas, nem todos vão gostar de tudo, nem tudo será perfeito. Mas é o nosso/vosso dia e, o que marca nos convidados ainda mais do que a comida, é o sorriso estampado de um casal divertido, que brinca com os convidados, que alinha nas suas surpresas e nos jogos propostos. No próximo post partilharei a minha experiência com a organização da animação do casamento.    

sábado, 20 de julho de 2013

Look Casamento #3 - Theodora para noivas ou convidadas


Hoje não tenho tempo para ensaiar um look para noivas ou convidadas, mas deixo-vos com o tutorial da maquilhagem de uma personagem que, quando a vi, achei que poderia ser facilmente aquela que eu usaria no meu dia de casamento. É a Theodora, a bruxa do filme The Great and Powerful Oz, interpretada por Mila Kunis (que deve ser a actriz com maquilhagens de olhos mais próximas daquilo que eu também gosto de fazer.). Um look smokey baseado nuns olhos intensos e expressivos, com uns lábios vermelhos (que eu trocaria por um rosinha), que a Nicola, das Pixiwoo, ensina a recriar:


A palette Theodora, da Urban Decay, está agora em promoção na Sephora a 24€/ ca R$70. Alguém está a pensar comprar para recriar este look?

 Usariam este look para uma cerimónia, seja como noivas ou convidadas?

sexta-feira, 19 de julho de 2013

Brigadeiro e Cia.

por Carol Vannier

O docinho de festa por excelência no Brasil é com certeza o brigadeiro. Não dá pra imaginar aniversário de criança (ou não) sem ao menos uma versão dele. O tradicional, feito com chocolate/cacau em pó é o calcanhar de Aquiles de muitas dietas, já que é fácil encontrar em qualquer despensa aquela latinha de leite moça, um achocolatado perdido, e fazer um brigadeirinho de colher pra aplacar a gula da madrugada. Quem nunca? ;)

Mas para as festinhas o esforço tem que ser maior, pois o ponto não pode ser de comer às colheradas, mas sim o ponto de enrolar, quando o doce fica firme o suficiente para virar bolinhas. Aí então pode-se passar no tradicional granulado de chocolate, ou em suas variações. Eu não ligo pra granulado, porque são normalmente muito açucarados, só com cor de chocolate, mas adoro umas bolinhas crocantes que ficaram populares recentemente.

brigadeiro preto em meio a brigadeiros de uva
Mas nem só de brigadeiro se fazem as festinhas. Tirando o chocolate, criam-se diversas variações, todas baseadas em leite condensado: o beijinho (com coco ralado, enrolado em coco ralado), o olho de sogra (com coco e gema, enrolado em açúcar cristal e envolto em uma ameixa seca), cajuzinho (com amendoim moído, enrolado em açúcar cristal, em formato de caju e com um amendoim inteiro espetado) e o brigadeiro de uva (brigadeiro branco recheado com uma uva verde, de preferência sem caroço, enrolado em açúcar cristal). Esse último não é tão frequente quanto os outros, a não ser lá em casa, onde já virou uma tradição :)

Acredito que as doceiras profissionais não gostem de trabalhar com ele porque as uvas tornam o doce bem mais perecível, e chato de enrolar também. É preciso escolher uvas mais pra pequeninas, se não o doce vira um jumbo, e às vezes a uva teima em escorregar pra fora. Mas você vai ver que o esforço compensa quando sentir a explosão da uva azedinha no meio do brigadeiro bem doce...

Mas o tema desse mês é casamento, e por aqui anda difícil de ver casamento com doces assim tão simples e caseiros. Antigamente era mais comum, fazia-se esses doces e enfeitava-se um pouco mais, com um glacê, nozes, etc, mas no recheio eram essencialmente assim. Agora já é mais comum ver verdadeiros bombons, com recheios mais elaborados, e formatos trabalhados graças a moldes para chocolate. Como essa colunista não é das mais talentosas para enfeites, nem adianta eu tentar reproduzir aqui essas belezinhas que se vê por aí. Mas nem por isso abro mão de fazer um docinho mais caprichado de vez em quando, ainda mais que adoro chocolate. Então trago uma receita que até uma lambona como eu pode fazer, e que os(as) mais talentosos(as) podem elevar a um nível de apresentação digno de um casamento. Em resumo, é um beijinho de coco recheado com uma amêndoa salgada, e envolto em chocolate meio-amargo. Uma combinação de sabores que eu adorei!



BOMBOM DE COCO E AMÊNDOA

adaptado daqui
rende aprox. 30 bombons


Ingredientes:

1 lata de leite condensado
2 a 3 latas (usar a lata vazia como medida) de coco ralado (Dá pra usar o fresco, mas demora mais a dar ponto por causa da umidade extra)
1/2 xícara (aprox.) de amêndoas salgadas
180g (aprox.) de chocolate meio amargo


Preparo:

  • Misture o leite condensado com o coco numa panela de fundo grosso e leve ao fogo, mexendo bem, até dar um ponto bom pra enrolar. (O doce vai desgrudando um pouco da panela, e dá pra ver o fundo quando você arrasta a colher). Reserve.
  • Quando o doce estiver frio, enrole bolinhas na mão (eu faço isso com a mão amanteigada pra não agarrar) e espete uma amêndoa no centro de cada bolinha.
  • Quando todas as bolinhas estiverem prontas, derreta o chocolate em banho maria ou no microondas. Passe cada bolinha pelo chocolate derretido e coloque numa superfície lisa (eu gosto de usar uma tábua de vidro) para endurecer. Em lugares ou estações quentes, é bom colocar na geladeira. 
  • Arrume em forminhas de brigadeiro, ou embrulhe em papel de estanho decorado. Novamente, se o clima for quente, mantenha os bombons na geladeira.



quinta-feira, 18 de julho de 2013

Vídeo - Produtos decepcionantes #1

As marcas de maquilhagem e beleza, por mais famosas e aclamadas que sejam, têm sempre produtos que, a nós, não agradam tanto. Às vezes, até, alguns que são alvo de culto pela maioria dos aficionados de beleza podem não nos satisfazer. Reconhecendo que há, efectivamente experiências que são bastante pessoais com um ou outro produto, aqui vai a primeira leva dos que me decepcionaram. Espero que gostem e que partilhem connosco as vossas maiores decepções deste mundo da maquilhagem e beleza. 


Se eu estiver a falar muito rápido para as leitoras/ ouvintes brasileiras, por favor, digam-me. O facto de morar com um há anos faz com que eu ache que todos me entenderão perfeitamente. Não hesitem em pedir para desacelerar. :)

quarta-feira, 17 de julho de 2013

Turquesa do duo Samba da Dior x Andreia 105

A minha adoração por mentas e turquesas neste Verão compete com os corais. Por isso, assim que saiu a colecção Bird of Paradise da Dior, fiquei de olho no duo de vernizes/ esmaltes Samba, que são lindíssimos para os dias de calor. Mas não são baratos e são dois frascos bem pequeninos. Por isso, no outro dia, quando andava à procura de um tom ideal para noiva, encontrei, da Andreia, a cor 105, que acredito ser bastante semelhante ao turquesa do Samba.


Comparando, o da Dior é ligeiramente mais esverdeado do que o da Andreia, que tem tons mais azulados. Se a diferença se nota à luz natural, à noite, quando os reflexos do verniz/esmalte são menos visíveis, ambos são extremamente semelhantes, sendo quase imperceptíveis as pequenas diferenças que se notam durante o dia.

A textura e a fórmula do da Dior e da Andreia também não são iguais. Para se obter um tom semelhante ao Samba é preciso três camadas com o segundo e o pincel mais estreito do que o da Dior torna a aplicação muito menos fácil. Eu sei que imensas pessoas adoram a marca Andreia e conseguem unhas muito bonitas e homogéneas. Com muito pouco jeito nessa área, eu preciso que o pincel e o produto me ajudem. Os vernizes/esmaltes da Dior são, até agora, os mais à prova de sem-jeito que eu conheço.


A secagem é, igualmente, muito mais rápida no da Dior do que no da Andreia, que tem um acabamento menos homogéneo. É preciso mais paciência e atenção na aplicação, para a qual se deve preparar um tempo muito maior do que para o Samba. A duração do 105 também é menor do que o da Dior; começa a desvanecer nas pontas mais rapidamente e também vai quebrando ligeiramente.

Diferenças à parte, por menos de um terço do preço, o 105 da Andreia pode satisfazer todas as que quiserem um turquesa bonito, numas unhas embelezadas com um dos tons tendências da estação.  O produto em si não tem a mesma qualidade mas, se se ajeitam a pintar as unhas, e gostam de variar, julgo que poderá ser uma excelente opção. 

Que acham de partilhar convosco as opções mais baratas de produtos de tendência?


terça-feira, 16 de julho de 2013

Casamento - Escolher o local ideal

foto: quintadasabertas.com
Depois de terem alguns dias definidos, há que passar para a fase seguinte, mais morosa e nem sempre bem sucedida - a escolha do local da festa. Em Portugal, o mais comum, actualmente, é fazer-se a boda numa quinta, um espaço preparado para festas de várias dezenas (quando não centenas) de pessoas. Como todas têm a sua especificidade, temos de escolher, entre as viáveis, qual a que se enquadra melhor ao nosso dia.

Algumas questões que nós considerámos para a escolha da nossa foram (e vamos ver se me lembro de todas):

Distância: Se a cerimónia do casamento for noutro local que não a quinta, devem analisar o percurso que os convidados terão de fazer entre um e outro. Nós vimos quintas bonitas a mais de 40 minutos do local da cerimónia, em andamento normal, mas imaginem uma caravana de carros de casamento, todos em fila, numa velocidade bem mais reduzida, como acontece nos casamentos... O tempo demorado duplica. Fica ainda mais complicado se o caminho não for simples, se não houver mapas bem descritos ou se os condutores não conhecerem a região. Na nossa equação, esteve sempre o conforto dos convidados.

Estilo da Quinta: O espaço é extremamente importante para decidirmos qual a quinta que queremos. Há quintas para todos os gostos, para todos os estilos, mas nem todas nos convêm. Há espaços mais rústicos, em casas antigas ou espaços nobres, e quintas construídas de raiz para festas, com jardins plantados e zonas criadas especificamente para esse fim.  Em primeiro lugar, devemos separar as que gostamos das que não gostamos. Nós fizemos uma primeira triagem pela internet; há vários sites com quintas por região e o Google ajuda imenso. Pelas fotos, vimos logo quais as que nos poderiam agradar e qual o estilo que não teria nada a ver connosco. Claro que esta é uma primeira triagem. Depois de terem algumas escolhidas, o melhor será ligar, perguntar da disponibilidade para os vossos dias definidos e marcar um encontro, se possível, com os responsáveis, para que haja tempo para vos fazerem uma boa visita guiada.  

Condições do Espaço: Quando forem visitar a quinta, há várias questões que podem considerar. Pelo menos foram as que nós ponderámos para a escolha da nossa:

  • O casamento terá igualmente, sendo um evento familiar, pessoas mais idosas com dificuldade de locomoção. Portanto, alguém com mobilidade reduzida terá como se movimentar numa cadeira de rodas, por exemplo? Conseguirá ir às casas de banho? Conseguirá ir para onde os convidados poderão conviver? Vimos alguns espaços rústicos, bonitos, mas cujos acessos a salões e exterior eram principalmente através de escadas. Péssimos para quem já não se consegue mexer tão bem quanto noutros tempos.

  • Como são as casas de banho? Podem achar engraçada a questão mas, como disse, nós pensámos no conforto dos nossos convidados, pelo que não gostaríamos que eles fossem obrigados a ir a locais com um aspecto menos cuidado ou desagradável. Os casamentos duram o dia inteiro, com bar aberto, como é óbvio, o que faz com que o uso frequente dos WC seja normalíssimo. Já estive em espaços onde faltou papel higiénico e não havia condições, o que incomodou bastante os convidados, e não gostaria que acontecesse o mesmo. Depois de vermos se o acesso é fácil, devemos verificar se o espaço é simpático, bem cuidado e limpo, quiçá até com banquinhos ou poltronas à entrada, onde as pessoas possam esperar, se necessário.    

  • Dependendo do casamento, poderão ter mais ou menos crianças como convidadas e, como gostaríamos que todos se divertissem, temos de ter em conta as condições para os mais pequenos. Portanto, no nosso caso, depois de considerarmos se era ou não um espaço seguro, fechado, sem estradas movimentadas perto ou com zonas menos seguras, perguntámo-nos: há um espaço específico para as crianças brincarem? Há baloiços, escorregas, e brinquedos que estejam disponíveis para o entretenimento das crianças? É um espaço aberto e visível para os pais? Se for visível, há como os pais estarem sentados a conviver enquanto observam as crianças, para não ser aborrecido para eles? Há animador ou é necessário contratar alguém?     

  • As piscinas podem aliciar muita gente, especialmente no Verão, mas nós excluímos todos os espaços com piscinas por algumas razões: Há crianças, e não queremos que os pais estejam constantemente alerta (também é um dia para se divertirem); abusos de álcool e de comida podem ter efeitos nefastos quando na presença de uma piscina e, com penteados e roupas de cerimónia, seriam poucos os convidados que aproveitariam, ou que gostariam de ser atirados porque, a determinada altura, na brincadeira, atiram-se muitas vezes pessoas que gostam e que não gostam. Claro que isto depende dos convidados, mas quando passam em muito a centena, e não conhecemos todos assim tão bem, mais vale prevenir (pelo menos é o que eu penso).

  • Outra questão que colocámos foi o salão. Acreditem que, depois de verificadas as questões de conforto e segurança, o tamanho do salão é outro ponto no qual se devem focar. Tendo em conta o número de convidados, vejam em primeiro lugar se cabem todos confortavelmente, sem estarem encavalitados uns nos outros. As mesas devem ser grandes o suficiente para haver espaço para as pessoas mexerem os braços à vontade. Se couberem todos questionem-se: estarão todos visíveis aos noivos ou todos ao mesmo nível? Encontrámos quintas bonitas mas nas quais os convidados teriam que ficar divididos, o que gera algumas confusões. Quer queiram quer não as pessoas questionariam porque uns ficaram em cima e outros em baixo, uns numa sala com os noivos e outros sem, uns com mais luz, outros com menos, etc.etc. O melhor é encontrarem um espaço bonito que convenha a todos os vossos convidados e onde todos possam olhar para vocês do espaço onde estão sentados. Não queremos que alguém se sinta excluído de um dia que é para partilhar a felicidade com todos (Se assim não fosse não valeria a pena haver uma festa deste género).  

  • espaço para toda a animação que queremos? Desde jogos, a pista de dança à noite, os casamentos mais divertidos costumam apostar em bons animadores e momentos de diversão, pelo que é importante considerarmos se a quinta tem, ou não, espaço para essas actividades. 

  • Há um espaço para os protagonistas da festa? Como os noivos serão o centro das atenções e precisarão de um espaço para se retocarem, refrescarem e retirarem o arroz e pétalas de fatos e vestidos, é importante haver um espaço para eles, com casa de banho onde a noiva possa estar à vontade com o seu vestido que, normalmente, tem uma saia muito pouco prática na altura de ir ao WC.

  • Por último, analisámos se o exterior nos agradava e servia os fins que queremos. Não queríamos um espaço enorme e com muito jardim, que separaria os convidados do grupo maior e onde não se pudessem ver todos. A nossa opção, que não é a preferida de todos, mas a que nós apreciamos mais, foi ter um espaço exterior grande e plano (por questões de mobilidade), onde pudéssemos fazer actividades durante a tarde e, ao mesmo tempo, onde os convidados se pudessem ver uns aos outros e conviverem. Como teremos pessoas de vários países e regiões, que nunca se viram, preferimos a união em detrimento da separação. Claro que, quem quiser um jardim elaborado, com fontes e afins, construídas ou naturais, tem imensas quintas que pode escolher e que servem perfeitamente.
Disponibilidade e Preço: Posto isto, vem a parte mais dura, o preço. A quinta inclui o catering? Se não inclui, quais as opções? Agradam-vos? (Nós gostámos de uma quinta que só trabalhava com uma empresa da qual não gostamos muito, o que nos fez excluí-la de imediato) Quanto fica tudo incluído por pessoa (quinta e catering)? Está dentro do que determinámos ou excede o nosso limite? Um casamento em Portugal não é, normalmente, um evento barato. Os pais e/ou os noivos pagam por pessoa, e não um valor estimado, independentemente do número preciso de convidados, pelo que toda a contabilização terá de ser feita com o número realisticamente esperado. Não se deixem levar pela conversa que o número de convidados tende a diminuir. Nem sempre isso acontece.

Tendo decidido a quinta, há que decidir os pratos, a comidinha, o que poderá ser uma tarefa bem complicada, e sobre a qual falarei no próximo post

Julgo que, sobre o espaço, foram estas as questões principais que nos colocámos. Se me tiver esquecido de alguma, por favor, não hesitem em deixar o vosso comentário. Quais foram ou são as questões que se colocaram/colocam na escolha do espaço? :) 

segunda-feira, 15 de julho de 2013

Glossimer da Chanel, no tom 168 Désir

Nunca entendi muito bem a febre de muitas youtubers e bloggers pelos Glossimers da Chanel. Pensava eu: São glosses, quão diferentes podem ser dos outros? Mas fiquei sempre atenta às promoções para encontrar um que pudesse experimentar e decidir por mim mesma se todos os elogios eram acertados, ou apenas mais uma espiral de moda, só por ser da famosa marca francesa.


A Chanel promete, com estes glosses, um resultado ultrabrilhante, com cores intensas para uns lábios perfeitos. "A textura em gel fluida e consistente aplica-se facilmente e preserva o conforto dos lábios", garantindo a optimização de um brilho homogéneo. É, de facto, um produto diferente.

Com as promoções da P&C, pude fazer a prova. A 40% de desconto, e tendo ganho uma aposta (na brincadeira), comprei o Désir (gosto dos nomes que a Chanel dá aos glosses), um rosa com purpurinas, a 13€ /ca R$38. Estou bastante satisfeita com a compra. Além da embalagem que eu acho muito distinta, como a maioria das embalagens Chanel, o produto também faz jus à sua fama. O que eu comprei é um rosa mais escuro, um fuchsia  que fica transparente nos lábios e lhes dá um tonzinho muito bonito. Não é dos mais opacos da linha, mas gosto dele mesmo assim.  


É também dos mais brilhantes, com purpurinas visíveis, tornando este glossimer perfeito para o dia e para a noite. Apesar de não ser opaco, é bem pigmentado. Fiquei com a sensação que transfere alguma cor para os lábios, prolongando a sua duração. Sem comer e beber, podemos confiar nuns lábios bonitos e brilhantes por três a quatro horas. As purpurinas, então, aguentam por mais tempo.


A aplicação é bastante simples e a textura é, realmente, diferente do que já experimentei num gloss. Não é colante, mas também não é tão ligeira quanto um chubby stick, da Clinique. A sensação que eu tenho é que estou com os lábios molhados e hidratados, mas não em demasia, como senti a primeira vez que testei um Dior Addict. Espalha-se bem e não se vai acumulando em zonas específicas dos lábios (como acontece com alguns glosses, que desvanecem de uma forma bem desagradável). Também não tem cheiro nem sabor especiais, que enjoem ou sejam incomodativos (como me aconteceu quando testei o Sugarbomb, da Benefit).


O que eu acho mais fantástico nos glossimers da Chanel é a diversidade de cores, tons e texturas, mais ou menos brilhantes, mais ou menos opacas. Desde os transparentes, passando pelos rosas, os corais, os roxos, há para todos os gostos e momentos. Podem ver o leque no site da Nordstrom, com envio internacional (embora não seja gratuito). 

Avaliação:
Qualidade - 10/10
Pigmentação - 9/10
Textura - 8,5/10
Duração - 8,5/10
Aplicação - 10/10


NOTA FINAL: A


Já experimentaram algum destes glosses? Qual? O que acham?

domingo, 14 de julho de 2013

Colecção Lancôme Show por Alber Elbaz - Edição limitada!

A Lancôme associou-se ao director da parisience Lanvin, Alber Elbaz, e, juntos criaram uma colecção giríssima de maquilhagem para olhos. As melhores e mais procuradas palettes e rímeis da Lancôme são vestidas pelo estilista com cores vivas, com padrões divertidos e originais, numa edição limitada e autêntica. Entre corações, estrelas, bolas e olhos, verdes, rosas, azuis e vermelhos, num fundo branco, podemos escolher um conjunto completo para um olhar magnífico com o mesmo padrão ou misturá-los. Afinal, como Elbaz afirma, "os olhos são o novo acessório de moda".

foto: beautystat.com

A colecção já foi lançada em Junho mas, como agora ela está não apenas em promoção na Perfumes & Companhia (-20%), mas também à venda na Feelunique, com portes grátis para todo o mundo, achei interessante partilhá-la convosco.  Podem querer aproveitar para comprar um produto original, antes que esgote. :) 

Eis o vídeo que apresenta a colecção Lancôme por Alber Elbaz:



Gostam quando estilistas e marcas de maquilhagem se juntam para fazerem collecções diferentes e originais? (Eu adoro. :) ) 

sábado, 13 de julho de 2013

Look Casamento #2 - Pixiwoo inspira-se em Kim Kardashian

Para uma noiva que gosta de algo mais intenso, partilho esta maquilhagem de casamento da Kim Kardashian, criado por uma das irmãs que compõem o canal Pixiwoo. Tanto Nicola como Samantha Chapman, a mentora dos pincéis fantásticos da Real Techniques, são duas maquilhadoras profissionais fantásticas, cujos vídeos ensinam imenso. Pelo menos a mim têm ensinado. :)

Que acham desta?


Tentei recriar com os produtos que eu tinha, mas, sem pestanas falsas e com menos bronzer (porque já estou atrasadíssima para sair e não quero exagerar :) ), ficou muito menos dramático. Apesar de ter adaptado para algo que eu usaria no meu casamento.



Preferem algo mais discreto ou mais intenso, para casamento? 

E a vencedora do Sorteio Miminho dos Saldos é...

a Rafflecopter giveaway

Parabéns, Mónica! 

Obrigada por terem participado. Continuem a seguir a Salinha e a partilhar connosco sugestões, opiniões e dicas. Assim que possível, abrimos novo sorteio. :D

sexta-feira, 12 de julho de 2013

Bem-casados

por Carol Vannier 

Pensando nas tradições culinárias dos casamentos do Brasil, a única coisa que me veio foram os bem casados. Algum brasileiro lembra de outra tradição?

Ao que parece esses docinhos são mesmo indefectíveis em casamentos por todo o Brasil. Tradicionalmente são um 'sanduíche' de pão de ló recheado de doce de leite, mas podem ter diversas variações no sabor, incluindo nozes, baba de moça, massa de brownie etc. Mas sempre mantendo o formato de "casadinho" que é como chamamos essa união de dois biscoitos/bolos por um doce cremoso. Deveras sugestivo!

Mas o amor ao bem casado no Brasil é tamanho que ele já está invadindo outras festas tradicionais, só trocando ligeiramente de nome: nos batizados dá-se bem-nascidos, nas bodas os bem-unidos, nos aniversários os bem-vividos. Pensando bem, além de gostosinhos, eles são bem práticos, pois servem de enfeite durante a festa, com seus embrulhos coloridos, lembrancinha para presentear os convidados no fim da festa e café da manhã no dia seguinte ;)

Os bem-vividos nos 80 anos da vovó Mimi

quinta-feira, 11 de julho de 2013

Casamento - Escolher a data ideal

Quando decidimos juntar os trapinhos publicamente, numa festa que, em Portugal pode demorar um dia inteiro (ou até mais, consoante a região), há algumas questões que temos de ter em conta na escolha da data do momento especial. Em todos os posts deste tema focar-me-ei, essencialmente, na minha experiência, pelo que será interessante partilharem connosco, nos comentários, a vossa, para ajudar os futuros organizadores. :)

Em primeiro lugar, os noivos devem pensar em que altura do ano imaginaram o seu dia especial. Podem ter idealizado um casamento primaveril, rodeado de flores e num clima ameno; um dia quente e cheio de Sol no Verão; uma tela de Outono, com um fundo melancólico e amarelado das folhas (que eu adoro) ou mesmo algo frio, com um toque de cerimónia das neves ou natalícia. Isto para quem está em Portugal, claro, cada país tem as suas características, que devemos levar em consideração.

Contudo, como, se quisermos algo que envolva família e amigos, temos de jogar não apenas com as nossas preferências mas também com a agenda dos convidados, há algumas questões que nos devemos colocar:

Quem são os convidados? De onde vêm? Organizar um casamento no qual a maioria das pessoas são do mesmo país facilita a escolha, mas, no caso de haver convidados espalhados pelo mundo, em diferentes hemisférios, com diferentes calendários, temos de pensar qual seria a melhor altura para as pessoas poderem tirar férias e se há ou não viagens frequentes. Por isso é que, num país de emigração, há tantos casamentos em Agosto. É simplesmente mais fácil juntar as pessoas nessa altura. Quando se acrescentam convidados do outro hemisfério, cujas férias comuns são em alturas distintas, reduz as opções consideravelmente. Se quisermos que os nossos convidados possam vir, devemos então cingir-nos aos períodos em comum, mesmo que não seja a nossa altura do ano favorita. Afinal, são as pessoas com as quais queremos partilhar esse dia especial.

As pessoas estão de férias? Quais são os hábitos? Escolher o dia da semana também é importante. O meu será a um sábado e muita gente me perguntou porque não optei por outro dia da semana. Simples. Enquanto que, em casamentos em que a maioria dos convidados moram noutro país, e, por isso, tiram logo a semana, ou várias semanas de férias, quando há muitos nacionais, o ideal é escolher o fim de semana por serem, normalmente, dias em que as pessoas não trabalham. Tirar férias nem sempre é simples, só um dia então pode ser ainda mais complicado, pelo que queremos facilitar a vida a todos. Alguns podem aproveitar as férias para passear com a família ou enquanto casal, momento do qual não abdicam. Temos de pensar nisso. Mesmo os que moram no estrangeiro, de onde haja viagens só para o fim de semana, terão mais probabilidades de poderem vir do que se fosse durante a semana.  O importante é analisarmos os hábitos dos nossos convidados, antes de definirmos o dia.

O local está disponível? Posto isto, e delineando já alguns dias (2 ou 3) para a boda, devem procurar a quinta/restaurante/igreja/registo civil e verem qual a disponibilidade de todos. Não vale a pena cismarem com um dia específico que pode, ou não, ser viável. Se, respondendo às questões anteriores, só conseguirão juntar mais convidados se for num dia e época intensos de casamentos na vossa região, então ainda deverão ser mais flexíveis e abrirem dois ou três dias opcionais. 


Quando combinam todas as variáveis e encontram o dia viável, vão ver que, para vocês, esse será o ideal e o que marcará a vossa vida e história em comum. Decidam com alguma antecedência pois, como vamos ver nos posts seguintes, há toda uma logística que, em Portugal, pode requerer até dois anos antes (limite que eu  já assisti) de preparação. :)


Quais são as variáveis que levaram em consideração quando definiram o vosso dia de casamento? Quais são os hábitos das vossas regiões?

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